Porto de Galinhas: fluxo de turistas começa a se recuperar no primeiro fim de semana do ano

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Porto de Galinhas: fluxo de turistas começa a se recuperar no primeiro fim de semana do ano


Com informações do repórter Emerson Pereira, da TV Jornal

O fluxo de visitantes na praia de Porto de Galinhas, em Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco, começou a dar sinais de recuperação no primeiro fim de semana de 2026.

A retomada ocorre uma semana após o episódio de agressão de barraqueiros a dois turistas do Mato Grosso.

Na última quinta-feira (1º), feriado de Ano Novo, o cenário foi diferente do esperado para o período de alta temporada, cadeiras vazias, guarda-sóis disponíveis e pouca adesão ao serviço das barracas por volta das 10h.

Já neste domingo (4), barraqueiros da orla relataram melhora na movimentação, com maior presença de banhistas e retomada gradual das atividades comerciais.

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A redução do fluxo reflete a preocupação de parte dos turistas após o episódio de agressão do último dia 27 de dezembro. O caso se soma a outras denúncias de cobranças abusivas, desordenamento na região e falta de fiscalização e controle dos órgãos responsáveis.

Agressão em Porto de Galinhas

Um casal de turistas do Mato Grosso relatou ter sido agredido por mais de 10 pessoas na praia de Porto de Galinhas após se recusar a pagar pela utilização de cadeiras e guarda-sol. Segundo as vítimas, o valor combinado inicialmente era de R$ 50, mas, no momento do pagamento, o garçom teria cobrado R$ 80, o que deu início à confusão.

De acordo com o casal, eles precisaram pedir ajuda à equipe do Corpo de Bombeiros que atuava na praia.

Os barraqueiros se manifestaram posteriormente e afirmaram que não houve cobrança acima do valor combinado e que os preços do aluguel das cadeiras estavam informados no verso do cardápio da barraca.

Após a repercussão do caso, a prefeitura de Ipojuca publicou um decreto que endurece as regras para o comércio na orla de Porto de Galinhas e suspendeu temporariamente as atividades da barraca.

A norma proíbe a cobrança de consumação mínima, taxas indevidas e a prática de venda casada, além de prever punições aos comerciantes que descumprirem as determinações e ampliar a fiscalização na praia.



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