Das dez instituições financeiras consultadas pela reportagem, oito apostaram nos papéis da estatal como forma de receber bons proventos
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
A Petrobras aparece na liderança das ações mais recomendadas dentro das carteiras de dividendos para abril. Das dez instituições financeiras consultadas pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), oito apostaram nos papéis da estatal como forma de receber bons proventos. O Santander, uma das casas a sugerir o papel da petrolífera, afirma que a política de dividendos da Petrobras é compatível com os pares globais.
O Santander destaca ainda que a estatal divulgou resultados financeiros no quarto trimestre de 2025 em linha com o consenso, com cash capex de aproximadamente US$ 6,6 bilhões, ligeiramente acima das expectativas e os dividendos de cerca de US$ 1,5 bilhão, também superando as estimativas do consenso, que previam montante de US$ 1,3 bilhão.
Entre os direcionadores para o resultado da companhia, o Santander pontuou os preços do petróleo acima do esperado, os reajustes consistentes nos preços dos combustíveis e a produção de petróleo acima do previsto.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
Em segundo lugar, com cinco indicações, aparecem empatados os papéis da Allos, Itaú e Vale. A Ativa Investimentos explica que optou pelo papel da Allos entendendo o sólido portfólio e dividendos recorrentes, “com um yield perto de 11% para 2026 e um normalizado perto de 8% ao ano”, afirmou a Ativa em seu relatório.
Segundo a Ágora Investimentos, que também aposta nas ações da Allos, a tese está ancorada na nova política de dividendos da companhia, com pagamentos mensais de R$ 0,28 a R$ 0,30 por ação em 2026.
“A política é sustentável até 2028, apoiada por R$ 2,1 bilhões em reservas, alavancagem controlada (1,7x Dívida Líquida/Ebitda) e disciplina de capex”, explica a Ágora, acrescentando ainda que “os fluxos de projetos multiuso contratados reforçam a visibilidade de caixa. A partir de 2029, a continuidade exigiria recomposição de cerca de R$ 500 milhões. O elevado yield passa a atuar como principal âncora de valuation”, conclui a casa.
Na terceira colocação, aparecem as ações da Axia Energia, Copel e Itaúsa, com quatro recomendações cada.
Em seguida, com três recomendações cada, vêm as ações da BB Seguridade, Bradesco, Bradespar, Copasa, Isa Energia e Telefônica Brasil. Com duas indicações cada, a quinta posição ficou com Caixa Seguridade, Cemig, CPFL Energia, Cury e Taesa.
A Daycoval Corretora optou pela manutenção de sua carteira de março para abril, considerando que estão bem posicionados em ativos que combinam alta distribuição dividendos, resiliência operacional e um alto potencial de geração futura de caixa.
Sobre o conflito no Oriente Médio, que trouxe muita volatilidade ao mercado de ações, a corretora afirma que março evidenciou a necessidade de gestão ativa e criteriosa, com atenção ao avanço do conflito, à política monetária, aos preços de combustíveis e ao desempenho setorial nos próximos meses.


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-aristoteles-no-centro-da-2865243837.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)





/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-retrato-artistico-realist-2865249491.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-vaso-de-hortela-saudavel-2865871478.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-aristoteles-no-centro-da-2865243837.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)


