Um homem efetuou disparos durante jantar de Trump com correspondentes em Washington; o presidente não se feriu
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Líderes de diversos países manifestaram repúdio aos disparos registrados no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, na noite de sábado, 25, e destacaram alívio pelo fato de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a primeira-dama, Melania Trump, e os demais convidados não terem se ferido.
Trump e outras autoridades do primeiro escalão do governo norte-americano foram retirados às pressas do jantar no hotel Washington Hilton, após estrondos serem ouvidos.
O suspeito teria atirado em um agente do serviço secreto, que não se feriu graças ao colete à prova de balas que usava. Além dos disparos, testemunhas disseram a agências internacionais que também foram ouvidas explosões na área próxima ao hotel.
O presidente Trump deu uma entrevista coletiva na Casa Branca após o ataque e disse que o atirador é um “lobo solitário”, termo usado para descrever supostos criminosos que atuam sozinhos. Apesar da fala de Trump, o Serviço Secreto dos EUA não deu mais detalhes sobre o suspeito.
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O chefe de governo do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou estar “profundamente chocado” com o ocorrido e pelo “perturbador incidente”.
A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que a violência não pode ser aceita por aqueles que defendem a paz. “Condenamos veementemente a tentativa de ataque contra o presidente Donald Trump e sua esposa”, disse, ao desejar segurança aos presentes.
Em tom semelhante, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, declarou que “a violência nunca deve ser o caminho”.
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse estar aliviado com a segurança dos participantes e ressaltou que a violência política “não tem lugar em nenhuma democracia”. A mesma avaliação foi feita pela premiê do Japão, Sanae Takaichi, que afirmou que atos do tipo não podem ser tolerados.
Já o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a resposta das forças de segurança americanas, destacando a rapidez na contenção do incidente. O premiê da Índia, Narendra Modi, também condenou o episódio e desejou segurança contínua às autoridades dos EUA.
Nos Estados Unidos, a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi, adversária política de Trump, destacou a atuação dos agentes de segurança. Ela também mencionou o impacto do episódio ao lembrar experiências pessoais com violência política e manifestou solidariedade ao agente ferido e aos presentes.
Outro democrata, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, afirmou que a violência é inaceitável e reforçou a importância de uma imprensa livre para o país.
Líderes de diversos países manifestaram repúdio aos disparos registrados no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, na noite de sábado, 25, e destacaram alívio pelo fato de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a primeira-dama, Melania Trump, e os demais convidados não terem se ferido.
O chefe de governo do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou estar “profundamente chocado” com o ocorrido e pelo “perturbador incidente”.
A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que a violência não pode ser aceita por aqueles que defendem a paz. “Condenamos veementemente a tentativa de ataque contra o presidente Donald Trump e sua esposa”, disse, ao desejar segurança aos presentes.
Em tom semelhante, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, declarou que “a violência nunca deve ser o caminho”.
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse estar aliviado com a segurança dos participantes e ressaltou que a violência política “não tem lugar em nenhuma democracia”. A mesma avaliação foi feita pela premiê do Japão, Sanae Takaichi, que afirmou que atos do tipo não podem ser tolerados.
Já o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a resposta das forças de segurança americanas, destacando a rapidez na contenção do incidente. O premiê da Índia, Narendra Modi, também condenou o episódio e desejou segurança contínua às autoridades dos EUA.
Nos Estados Unidos, a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi, adversária política de Trump, destacou a atuação dos agentes de segurança. Ela também mencionou o impacto do episódio ao lembrar experiências pessoais com violência política e manifestou solidariedade ao agente ferido e aos presentes.
Outro democrata, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, afirmou que a violência é inaceitável e reforçou a importância de uma imprensa livre para o país.
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