Paixão na convocação

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Paixão na convocação



Festa de anúncio oficial dos jogadores escolhidos para a disputa da Copa do Mundo da Fifa, embala o entusiasmo com a camisa verde-amarela

Por

JC


Publicado em 19/05/2026 às 0:00

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Com direito a mais jogadores em atividade no Brasil, mais próximos dos torcedores, inclusive o nome mais esperado – o de Neymar – a lista definitiva dos 26 convocados foi divulgada em evento inédito, no Rio de Janeiro, pela CBF e o técnico italiano Carlo Ancelotti. Agradecendo aos conselhos recebidos por onde passou, Ancelotti assumiu a responsabilidade pela difícil escolha de craques brasileiros espalhados nas principais competições de futebol do mundo. Depois de um ano de trabalho, as verdadeiras dificuldades começam agora, com a agenda para reunião, integração e treinamento do grupo em poucos dias, antes da estreia da canarinha, no dia 13 de junho, contra a seleção de Marrocos.
A Copa de 2026 será maior e a mais diferente das copas já realizadas. Os 104 jogos programados serão realizados em 16 estádios, localizados nos três países que compartilham a missão de sediar o evento: México, Canadá e Estados Unidos. As 48 seleções – número recorde – estão agrupadas em 12 chaves, com os dois primeiros de cada chave e os oito melhores terceiros avançando para as fases eliminatórias, de uma única partida para ver qual segue em frente. A abertura será no dia 11 de junho, no Estádio Azteca, no México, e a grande final, em 19 de julho, em Nova Jersey, nos EUA.
Se a expectativa em relação ao hexa começa a tomar corpo com a lista final dos convocados, entre os alvirrubros há um gostinho especial, para ver em campo a prata da casa – o paraibano Douglas Santos, formado na base do Náutico. Assim como Douglas, são 26 histórias de brasileiros que irão representar a nação de mais de duas centenas de milhões de torcedoras e torcedores. E a Copa na América do Norte não deixa de ser um ensaio de torcida para a Copa do Mundo de Futebol Feminino, que será realizada no ano que vem, no Brasil.
Temos os nomes, e agora esperamos um time. Esporte coletivo onde a harmonia coletiva vale tanto ou mais que a excelência individual, mesmo que sobressaiam os craques, o bom desempenho no futebol depende do entrosamento no campo, e até fora dele, entre a equipe técnica e os artistas da bola. A empolgação da torcida tende a crescer a cada partida, sobretudo numa Copa com mais disputas eliminatórias. Antes do início do campeonato mundial, a esperança se renova com a confirmação da presença de um ídolo como Neymar, e na confiança do trabalho de um dos mais respeitados e vencedores técnicos de futebol do planeta.
Em poucas semanas, terá início mais uma Copa. Paixão respaldada pela memória do brilho de atuações e lances de Pelé, Jairzinho, Garrincha, Zico, Falcão, Sócrates, Ronaldinho Gaúcho e o Fenômeno, para citar apenas alguns da constelação nacional, a ansiedade apaixonada que se move pelo grito de gol continua sendo uma forma de traduzir a nossa identidade, e esquecer diferenças, levando a bandeira com orgulho, nas famílias e nas ruas. Que sirva para nos unir mais: o Brasil carece de coesão, com ou sem outra estrela no peito.



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