De Central do Brasil a Bacurau, o cinema pernambucano já flertou com a estatueta do Oscar por meio dos seus cenários e diretores
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Pernambuco vive dias de ansiedade às vésperas do Oscar 2026. O longa ‘O Agente Secreto’, de Kleber Mendonça Filho, projeta o estado na maior premiação do cinema mundial, mas não é a primeira vez que a Terra dos Altos Coqueiros flerta com a estatueta.
Ao longo das últimas décadas, produções audiovisuais ambientadas no estado ou dirigidas por cineastas pernambucanos já disputaram a concorrida indicação, alcançada em 2026 em dose quádrupla.
Aparição em Los Angeles
A estreia no Oscar foi em 1998, quando Central do Brasil concorreu na categoria de Melhor Filme Estrangeiro (hoje ‘Internacional’). O filme é parcialmente ambientado em Cruzeiro do Nordeste, distrito de Sertânia, no Sertão do São Francisco.
Na trama, Dora, personagem de Fernanda Montenegro, faz uma longa viagem do Rio de Janeiro até a cidadezinha “Bom Jesus do Norte”, nome fictício que o diretor Walter Salles deu para Cruzeiro do Nordeste, para encontrar a família do pequeno Josué (Vinícius de Oliveira), menino órfão que Dora resolveu ajudar.
Quase lá
Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), dirigido pelo recifense Marcelo Gomes, foi o representante brasileiro na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2007. O filme não conquistou a indicação oficial, mas recebeu diversos prêmios, incluindo o de melhor filme da Mostra de São Paulo.
Na disputa de 2014, O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho, também correu atrás da indicação à categoria de Melhor Filme Estrangeiro. Apesar de ter sido amplamente aclamado pela crítica internacional, incluindo o New York Times, o longa não ficou entre os finalistas indicados ao prêmio final.
Já para o Oscar de 2017, duas produções que tangenciam Pernambuco estariam aptas a participar da mesma categoria: Boi Neon (2015), do recifense Gabriel Mascaro, e Aquarius (2016), também de Kleber.
Todavia, Mascaro optou por retirar a candidatura de seu filme à vaga de representante do Brasil para a premiação, como forma de fomentar a campanha de Aquarius. No fim das contas, o Ministério da Cultura acabou escolhendo o filme Pequeno Segredo (2016) e nenhuma das produções dos recifenses chegou ao Oscar.
Kleber Mendonça Filho batalhou para emplacar Bacurau (2019) na premiação de 2021. Apesar de vencer o Prêmio do Júri em Cannes, da forte campanha e de gerar grande expectativa, o suspense não chegou à premiação final.
Pernambuco (finalmente) no Oscar
Após uma árdua campanha internacional, altamente fomentada pela população pernambucana e o forte senso de pertencimento, O Agente Secreto, ambientado no Recife da década de 70, conquistou não uma, mas quatro indicações ao Oscar 2026.
O longa de Kleber Mendonça Filho apresenta elementos tipicamente pernambucanos, como o frevo, os clubes de futebol, dialeto e até lendas urbanas, além de ser ambientado na Região Metropolitana do Recife.
Ele concorre nas categorias de Melhor Filme Internacional, Melhor Ator (Wagner Moura), Melhor Seleção de Elenco e também na principal categoria da noite, a de Melhor Filme.
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