Segundo informações do Estadão, Vorcaro defendeu que o banco era solvente até o momento da intervenção e que não apresentava inadimplência
JC
Publicado em 31/12/2025 às 0:16
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Em audiência de três horas prestada ao Supremo Tribunal Federal (STF), o banqueiro Daniel Vorcaro afirmou ter sido “surpreendido” com a liquidação do Banco Master e criticou duramente a atuação do Banco Central (BC), conforme reportado pelo Estadão.
Vorcaro, que nega qualquer irregularidade no comando da instituição, defendeu que o banco era solvente até o momento da intervenção e que não apresentava inadimplência.
Segundo informações publicadas pelo Estadão, o empresário relatou à Polícia Federal que, apenas um dia antes da liquidação, havia apresentado ao BC uma proposta de venda do Master para um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos, solução que teria sido inviabilizada pela decisão da autoridade monetária.
Sobre a negociação de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito consignado com o BRB, o banqueiro sustentou que o banco público não sofreu prejuízos, uma vez que o Master permitiu a substituição desses ativos com um deságio de 30%.
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Apesar de a PF suspeitar que informações falsas foram fornecidas para “reciclar” recursos e salvar o Master sem critérios técnicos, Vorcaro declarou ter realizado aportes pessoais de R$ 6 bilhões na instituição durante a crise de liquidez.
O Estadão destaca ainda que, após participar de uma acareação com o ex-presidente do BRB, a defesa de Vorcaro reiterou que não houve fraude e que a verdade dos fatos foi esclarecida; o Banco Central, por sua vez, não se manifestou ao ser procurado.
O contexto do caso Banco Master
O Banco Master, sob o comando de Vorcaro, tornou-se alvo de investigação coordenada pelo ministro Dias Toffoli. Em novembro, a instituição sofreu uma intervenção e liquidação pelo Banco Central (BC), culminando com a prisão temporária do próprio banqueiro.
A Polícia Federal (PF) e o BC investigam se o banco utilizou um esquema de “reciclagem” de recursos através de cadeias de fundos para ocultar fragilidades financeiras.
O ponto mais sensível do caso é a venda de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito consignado para o Banco de Brasília (BRB). A PF suspeita que esses créditos eram, na verdade, falsos ou inflados, e que a operação teria sido montada sem critérios técnicos apenas para dar sobrevida ao Master.
A defesa de Vorcaro
Durante a audiência conduzida pela delegada Janaína Palazzo, Daniel Vorcaro buscou desconstruir a tese de insolvência.
Segundo o Estadão, ele afirmou ter sido “surpreendido” pela liquidação em 18 de novembro, alegando que, apenas 24 horas antes, havia apresentado ao BC uma proposta concreta para vender o controle do banco a um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos.
Para o banqueiro, o Banco Central ignorou uma “solução de mercado” que teria preservado a instituição. Ele sustentou ainda que o banco era solvente e que ele próprio realizou aportes pessoais de R$ 6 bilhões para enfrentar crises de liquidez, garantindo que o Master nunca deixou de honrar compromissos ou apresentou inadimplência.
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