Lula precisará ser paciente para melhorar aprovação, avalia diretor da Quaest

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Lula precisará ser paciente para melhorar aprovação, avalia diretor da Quaest


Em entrevista à Rádio Jornal, diretor de inteligência do instituto Quaest avaliou os resultados da pesquisa divulgada nesta segunda-feira


Publicado em 03/02/2025 às 12:59



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O cientista político e diretor de inteligência da Quaest, Guilherme Russo, fez um paralelo entre a pesquisa divulgada pelo instituto nesta segunda-feira (3), que mostrou Lula vencendo todos os possíveis adversários em 2026, com o levantamento publicado pela entidade na semana passada, que mostrou o presidente com reprovação superior à aprovação.

Segundo o especialista, o governo precisará ser paciente para enxergar uma melhora nesse índice.

“Existe um reconhecimento do governo de que os números estão piorando, mas essa reforma ministerial que começou na comunicação foi uma resposta a esse momento negativo. Avaliação do governo é questão de percepção. Além das entregas tem a questão da comunicação, e para as entregas realmente chegarem, Lula vai ter que ter um pouco de calma”, disse o diretor da Quaest.

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Analisando o relatório divulgado nesta segunda, ele ponderou que praticamente todo o eleitorado que aprova a gestão do presidente tenderá a seguir com ele em 2026.

“47% dos brasileiros aprovam o governo Lula. Se a gente olhar as intenções de voto, ele tem 47% no primeiro turno e 41% no segundo turno. Todo mundo que tá aprovando, tá quase todo mundo votando no Lula”, avaliou.

Esquerda sem candidatos

A pesquisa desta segunda mostrou que o ministro Fernando Haddad tem a maior rejeição entre os nomes que poderão disputar o pleito de 2026. Na visão de Russo, esse resultado é decorrente da preferência do eleitorado pelo presidente Lula.

“O ministro Fernando Haddad tem um resultado que vem acontecendo há alguns anos. 80% da população o conhece mas tem uma rejeição bastante alta, 56%, enquanto Lula tem 49%. O Haddad é um nome muito conhecido em São Paulo, mas ele não tem um carisma tão forte quanto Lula. Entre a esquerda, Lula é o principal nome, é visto como a única liderança possível”, apontou.

Provocado a analisar por que não existem grandes nomes nordestinos despontando na política nacional atualmente, o cientista político afirmou que isso se dá ao fator matemático.

“Os candidatos do Sudeste são mais conhecidos porque, já no início da corrida eleitoral, simplesmente por estarem em estados populosos, eles já têm um nível de conhecimento e depois uma chance de voto muito altos. Candidatos de estados menores, populacionalmente falando, terão um trabalho mais difícil, porque têm que se tornar conhecido, mostrar o seu trabalho, quando o outro já tem uma vantagem por uma questão simplesmente populacional”, avaliou.

A força de Gusttavo Lima

Russo afirmou a presença do cantor Gusttavo Lima como um dos principais adversários de Lula na disputa presidencial de 2026 é um retrato da percepção política dos brasileiros.

De acordo com o levantamento, Gusttavo Lima é o candidato da oposição com melhor desempenho contra Lula num possível segundo turno: ele teria 35% dos votos contra 41% do presidente. O sertanejo, como se sabe, anunciou no início de janeiro que pretende se candidatar à presidência da República no próximo pleito.

Segundo Guilherme Russo, o Brasil ainda vive um cenário em que celebridades conseguem aparecer com potencial de votos elevado nas disputas eleitorais, e atribuiu esse fenômeno a dois motivos.

“Primeiro que vivemos um cenário onde políticos são muito criticados, e a população gosta de buscar os outsiders, alternativas fora da classe política. A gente viu isso agora em São Paulo com Pablo Marçal. E o segundo é o conhecimento do artista. Gusttavo Lima é conhecido por 80% da população brasileira e aparece com essa visibilidade”, afirmou o diretor da Quaest.

O centista político também avaliou que a aproximação desses candidatos com os eleitores mais jovens, por meio da internet, também pode estar colaborando com esse sucesso na política.

“No caso de Gusttavo Lima, tem também as pessoas de baixa renda, que gostam muito de sertanejo. Estados como São Paulo, Minas, Goiás, Paraná, têm um eleitorado que não gosta tanto do governo e está desencantado com a política, e ao ver Gusttavo Lima pensa: ‘eu conheço Gusttavo Lima, ele é do bem, eu gosto as músicas dele e por isso estou mostrando esse potencial apoio’”, analisou Russo.

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