Flávio Bolsonaro diz que continuará trabalhando pelo fim da reeleição presidencial

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Flávio Bolsonaro diz que continuará trabalhando pelo fim da reeleição presidencial


Flávio também falou sobre uma possível tentativa de revogação da Reforma Tributária sobre o consumo, aprovada via Emenda Constitucional



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O pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, disse neste sábado (9) que continua defendendo o fim da reeleição presidencial, mas reforçou que o prazo de quatro anos de mandato é “muito pouco”. Ele também indicou que, se for eleito presidente da República, seguirá endossando a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para acabar com a possibilidade de um segundo mandato presidencial.

Na sexta, Flávio Bolsonaro mencionou em discurso a possibilidade de que, caso eleito, seu governo dure oito anos. Agora, ele disse ser necessário esclarecer sua fala e reforçou que defende o fim da reeleição. “Eu não sei como vai ser o processo legislativo, se o Congresso vai acabar com a reeleição e manter em quatro anos, se o Congresso vai acabar com a reeleição e passar o mandato para cinco anos”, declarou.

OPERAÇÃO CONTRA CIRO NOGUEIRA

Flávio também comentou sobre a operação da Polícia Federal (PF) contra o senador Ciro Nogueira (PI), que foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal. “Ele é acusado de crimes graves e que estão sendo apurados”, afirmou. Flávio Bolsonaro participou de evento de pré-candidaturas do Partido Liberal (PL) em Santa Catarina (SC). Ele falou com a imprensa durante o evento.

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Flávio Bolsonaro, disse, ainda, saber “como jogar o jogo do Poder em Brasília” e também falou da redução de gastos. Ele indicou a gestão do atual governo de Santa Catarina como referência para a adoção de ações em nível federal, caso seja eleito.

“Eu sei jogar o jogo do poder em Brasília, eu conheço o Poder Legislativo, eu conheço o Poder Judiciário, eu sei onde é que tem que cortar a despesa, eu sei como é que a gente organiza esse país”, afirmou.

‘MISSÃO DE BOLSONARO’

Flávio também declarou que a “missão” do ex-presidente Jair Bolsonaro ainda não acabou e chegou a mencionar que seu pai “subirá a rampa do Planalto” em 2027. Sobre o governo Lula, o candidato avaliou que o Partido dos Trabalhadores (PT) ficará na “insignificância” a partir do ano que vem.

O tema segurança pública também foi comentado. O filho do ex-presidente defendeu a mudança da Constituição para a redução da maioridade penal e, mais cedo, defendeu a classificação de organizações criminosas no Brasil como grupos terroristas.

REFORMA TRIBUTÁRIA

Flávio também falou sobre uma possível tentativa de revogação da Reforma Tributária sobre o consumo, aprovada via Emenda Constitucional. Ele declarou que não houve simplificação do sistema de cobrança de impostos.

“Criou-se uma série de novos impostos, com alíquotas altíssimas, criou-se o imposto do pecado, seja lá o que for isso. Então, obviamente, se nós não reformamos, não revogarmos essa reforma para uma reforma realmente simplificada e que não seja uma reforma neutra, como foi chamada na discussão para o Congresso Nacional”, declarou.

Ele disse que ainda não há propostas estruturadas para seu plano de governo. “Os detalhes disso, é preciso ter estudo. A nossa equipe está fazendo esse levantamento, para oferecer esse projeto, se possível ainda durante a transição do governo”, afirmou.






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