Em comunicado, a dona do Claude disse que, apesar de cumprir a ordem, acredita que a diretiva do governo se trata de “mal entendido”
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Os Estados Unidos proibiram, nesta sexta-feira, 12, o acesso de estrangeiros aos novos modelos de inteligência artificial da Anthropic; o país alega risco de “segurança nacional”. A medida é válida para estrangeiros dentro e fora dos EUA, inclusive para funcionários da startup.
A empresa precisou derrubar os modelos globalmente para que a diretiva fosse cumprida. O pedido não especificou qual seria o “risco de segurança nacional”, mas a companhia acredita que o motivo da ação do governo seja a possibilidade de um jailbreak do Fable 5.
A prática consiste em utilizar engenharia de prompt ou simulações para fazer com que um bot de IA retorne algo diferente da forma que foi programado. A técnica é utilizada para ignorar regras de segurança e princípios éticos, executar ações restritas ou implementar nos modelos um viés diferente do programado inicialmente.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
Em comunicado, a dona do Claude disse que, apesar de cumprir a ordem, acredita que a diretiva do governo se trata de “mal entendido”. A Anthropic discorda que a possibilidade de um jailbreak seja motivo o suficiente para barrar a utilização da ferramenta por milhões de pessoas.
“Se essa determinação fosse aplicada a toda a indústria, praticamente toda nova implementação, pelo menos dos principais fornecedores de modelos, seria paralisada”, escreveu a empresa em comunicado.
A própria já havia informado sobre a possibilidade da “invasão” ao governo americano, mas critica a atitude.
“Como já havíamos declarado, acreditamos que o governo tenha a autonomia para barrar implementações arriscadas como como parte de um processo legal, com transparência, justo, claro e fundamentado em fatos técnicos. Esta ação não está em conformidade com esses princípios”, completou a empresa.
A ordem veio apenas três dias após o lançamento dos modelos; o Fable 5 e o Mythos 5 foram disponibilizados ao público na última terça, 9.
Eles ficariam disponíveis gratuitamente por apenas 13 dias. Após a segunda-feira, 22 de junho, usuários utilizaram o modelo não sob planos de assinatura, mas via pagamento de preços de API, onde eles seriam cobrados por cada requisição.
Mas essa não é a primeira vez que o governo americano e a Anthropic entram em divergência. No final de fevereiro, o governo determinou que as agências americanas parassem de usar os modelos de IA da startup após a empresa se recusar, por razões éticas, a permitir que as forças armadas do país utilizassem os modelos da companhia sem restrições e sem salvaguardas técnicas.












