INCLUSÃO
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Explosões sonoras e estímulos visuais intensos representam ameaça à saúde mental e ao bem-estar de pessoas neuroatípicas nas festas juninas
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Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Com a chegada das festas juninas, ruas e céus ganham cor, luz e som. Os fogos de artifício, parte tradicional da celebração, são aguardados por muitos como símbolo de alegria. No entanto, para crianças com transtorno do espectro autista (TEA), transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e deficiências sensoriais, esse período é motivo de alerta.
O excesso de estímulos visuais e sonoros pode desencadear reações intensas e dolorosas, conhecidas como crises sensoriais.
Essas crises, também chamadas de meltdowns ou shutdowns, ocorrem quando há uma sobrecarga de informações que o cérebro não consegue processar de forma adequada.
A psicopedagoga e diretora da Clínica Nuno Desenvolvimento, Cinthia Cardoso, explica que são “reações intensas e desproporcionais a estímulos sensoriais, como sons, luzes, cheiros, texturas e sabores”.
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As reações variam de acordo com o indivíduo, mas incluem episódios de choro, gritos, agitação extrema, comportamentos de fuga ou até bloqueios completos.
“Começa o mês de junho e nossa rotina muda completamente. Em menos de duas semanas, já tive que socorrer famílias de neuroatípicos completamente desgovernados em função dos fogos. É aterrorizante. Todos sofrem”, relata Cinthia.
Como preparar as crianças neuroatípicas para as festividades
Diante do risco, a orientação é clara: prevenir e preparar. Famílias de crianças neuroatípicas que desejam participar das festas devem adotar cuidados específicos. Desde a escolha da roupa até a definição do local do evento, cada detalhe pode fazer a diferença.
Cinthia, que também é mãe de um adolescente autista, recomenda atenção especial às vestimentas típicas. “É importante que eles tenham contato com antecedência com o tecido, com os acessórios para identificar possíveis desconfortos, e evitar enfeites que possam desencadear crises”, orienta.
Outro ponto essencial é a proteção contra os barulhos dos fogos. A recomendação é evitar locais próximos às explosões e usar abafadores ou protetores auriculares. “Usar abafadores ou protetores auriculares pode ajudar a garantir o conforto e evitar sobrecarga sensorial”, reforça a psicopedagoga.
Inclusão não depende só da família
“Uma solução interessante que garantiria a tradição e a diversão de todos seria o uso de fogos silenciosos ou mesmo a não utilização deles”, sugere Cinthia Cardoso.
Ela também defende a adoção de placas informativas em condomínios e residências alertando sobre a presença de pessoas sensíveis a estímulos. A medida, segundo a especialista, favorece a empatia e o respeito.
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