Categoria cobra que proposta seja pautada antes de perder a validade, em 16 de julho, e alerta para possibilidade de paralisação nacional
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Os caminhoneiros voltaram a ameaçar uma greve nacional caso o Senado não vote, até o próximo dia 16 de julho, a Medida Provisória nº 1.343/2026, que altera regras do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas.
O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados, mas ainda aguarda inclusão na pauta do plenário pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Possível greve dos caminhoneiros
O alerta foi feito em um vídeo publicado nas redes sociais de Wallace Landim, conhecido como Chorão Caminhoeiro, presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava).
“Indignado com o senador, presidente da Casa, Davi Alcolumbre, que sentou em cima, até esse primeiro momento, da medida provisória 1343”, disse ele, que é pré-candidato a deputado estadual pelo PSD-GO. No pronunciamento, Chorão afirmou que a proposta reúne medidas consideradas importantes para a categoria.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
“Traz segurança para a nossa categoria, dá autonomia para a ANTT fazer a fiscalização, para que a gente possa trabalhar com tranquilidade, que tenha uma planilha de custo mínimo para acabar com o frete retorno, questão do INSS, fim da multa nas balanças dos entre-eixos”, cita.
Ao final do vídeo, ele cobrou a votação da medida antes do prazo de validade. “Presidente Davi Alcolumbre, no dia 16 irá caducar a medida provisória. O senhor não queira deixar passar e caducar a MP343, o senhor vai segurar uma greve nacional no teu nome“.
O que prevê a medida provisória
Encaminhada pelo Executivo em março e aprovada pela Câmara dos Deputados em 17 de junho, a MP endurece as regras para assegurar o cumprimento do piso mínimo do frete rodoviário.
Entre as mudanças está a criação de um bloqueio digital que impede a emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) quando o valor informado estiver abaixo da tabela da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A exigência também passa a valer para operações de subcontratação.
A proposta ainda estabelece prazo de até 30 dias para pagamento do frete. No caso dos caminhoneiros autônomos, determina o adiantamento de pelo menos 70% do valor antes do início da viagem, com o restante sendo pago em até três dias úteis após a entrega da carga.
O texto também prevê multas mais rigorosas para reincidentes, podendo chegar a R$ 1 milhão, além da possibilidade de suspensão ou perda do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas em determinadas situações.
Outra medida prevista é a criação de um piso salarial de R$ 5 mil para motoristas contratados pelo regime CLT que atuam em viagens de longa distância, além de ações voltadas à modernização da frota e ao incentivo à implantação de pontos de parada para descanso nas rodovias.
Saiba como assistir aos Videocasts do JC












