Banco Central independente é sinal de combate à inflação e fortalecimento do real, diz Mendonça Filho

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Banco Central independente é sinal de combate à inflação e fortalecimento do real, diz Mendonça Filho


À exceção de Lula, todos os candidatos se manifestaram contra a decisão do pupilo, Dias Toffoli, que brecou a candidatura de Renan Santos (Missão)


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BANCO CENTRAL INDEPENDENTE
Candidato ao Senado Federal, o deputado Mendonça Filho (PL-PE) defendeu a independência da instituição “como sinal de moeda forte e combate à inflação”.
— Votarei a favor da PEC da independência e autonomia financeira e administrativa do Banco Central porque entendo que, havendo mais independência, haverá mais proteção ao real, afirmou durante sabatina no Passando a Limpo da Rádio Jornal.

RENAN RASGA O VERBO
Afastado da disputa por decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Renan Santos (Missão) mostrou as supostas ligações do ministro com o resort Tayayá, com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e com o próprio Banco Master.
— Eu duvido que esses elementos tenham alguma relação com o despacho profundamente democrático, profundamente técnico e refinado do ponto de vista jurídico do ministro Dias Toffoli, ironizou.

PRECEDENTE PERIGOSO
De Ronaldo Caiado (PSD), candidato à Presidência da República, sobre a rasteira que o ministro Toffoli deu no candidato Renan Santos, suspendendo sua candidatura:
— Minha solidariedade ao candidato. Não me sinto beneficiado por uma medida desproporcional. Eleição se decide no voto, afirmou pelas rede sociais.

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CENSURA NUNCA MAIS
No QG do candidato Flávio Bolsonaro (PL), a orientação é vincular a decisão de Toffoli à censura imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
— A censura não pode mais ser banalizada no Brasil, afirmou o candidato do PL.

NADA DE COMEMORAÇÕES
No Avante, Augusto Cury disse que “a decisão” de Toffoli “não deveria ser motivo de comemoração”.
— Quem ama a democracia não comemora quando um adversário perde a voz, afirmou.

MAIS DURO…
…Romeu Zema (Novo) disse que “não é hora para o silêncio” diante da medida do ministro do TSE.
— O que o Toffoli acaba de fazer é um absurdo. Não ficarei calado por ser um concorrente. O buraco é muito mais embaixo, disse.

TELHADO DE VIDRO
Até o fechamento desta coluna, somente Lula (PT) tinha se omitiu e não disse uma palavra sequer para comentar a decisão de retirar a candidatura de Renan Santos do ar.

COM O BURRO NA SOMBRA
O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) tanto fez que acabou ganhando um cargo no Tribunal de Contas da União. Com a aposentadoria de Bruno Dantas, Pacheco pendura a gravata parlamentar para ficar 26 anos sentado na cadeira de ministro do TCU. Nada mal.

FORASTEIRO, EU?
Candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL) vinha sofrendo críticas por não ter sido criado em Santa Catarina, segundo as inserções da propaganda eleitoral no rádio e na TV.
— Eu sei que tem gente que vai falar: “Mas o Carlos não nasceu em Santa Catarina”. Eu respeito quem pensa assim. Eu não nasci aqui, mas foi aqui que eu renasci. Aqui eu encontrei a paz, a generosidade de um povo de bem que defende os mesmos valores que eu, disse em novas inserções.

PENSE NISSO!
Faltando praticamente um mês para as eleições presidenciais, a coluna ouviu, revirou, releu as propostas de campanha e desafia quem tenha visto um projeto que seja merecedor de aplauso.

Não há, porque as eleições atuais não são para quem tem proposta de mudança. Você acha, mesmo, que Flávio Bolsonaro pensa em algo diferente daquilo que ele tem dito aos quatro cantos sobre a anistia aos “presos políticos” do 8 de Janeiro, incluindo o próprio pai?

Caiado e seus números pouco confiáveis da segurança pública em Goiás; Zema e a amnésia daquilo que ele foi em Minas; e por aí vai.

De Lula, não esperem medidas diferentes daquelas que enaltecem seu legado. É o culto à personalidade e só.

Meu amigo, minha amiga, vamos aguardar o que virá pela frente, mas, até aqui, vejo pouco motivo para sair de casa, enfrentar fila para votar nessa gente.
E não me venha com a balela da “festa da democracia”.

Pense nisso!






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