Zema: Tornar vacinação obrigatória não é o que pode acontecer num país democrático

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Zema: Tornar vacinação obrigatória não é o que pode acontecer num país democrático


Durante sabatina na TV Globo, candidato também defendeu expansão de escolas em tempo integral e admitiu manter regra atual do salário mínimo

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O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, foi o primeiro presidenciável a participar da série de sabatinas promovida pelo Jornal Nacional, da TV Globo. Durante cerca de 40 minutos, nesta segunda-feira (24), ele respondeu a perguntas sobre educação, vacinação, Previdência e política econômica.

Na educação, Zema se comprometeu a ampliar em dez vezes o número de escolas públicas em tempo integral no país caso seja eleito. Como referência, citou sua experiência em Minas Gerais, onde, segundo ele, a quantidade de unidades nesse modelo passou de 70 para mais de 800 durante sua gestão. “O avanço que eu fiz em Minas, eu assumo o compromisso no Brasil. Ou seja, vai universalizar”, afirmou.

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Questionado sobre a vacinação contra a Covid-19, o candidato disse ser favorável às vacinas e afirmou estar com o esquema vacinal em dia, mas se posicionou contra a obrigatoriedade. Para Zema, transformar a recusa em crime seria incompatível com um país democrático. Ele também afirmou ter recomendado a vacinação de crianças em Minas Gerais.



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