Assunto foi um dos destaques debatidos durante o videocast Saúde e Bem-Estar, transmitido pelo JC Play – o canal do SJCC no YouTube
Publicado em 06/11/2024 às 21:16
| Atualizado em 06/11/2024 às 21:32
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Uma pesquisa realizada em 500 homens de todo o Brasil, realizada pelo Instituto Ipsos e encomendada pela farmacêutica Apsen, revela que 60% dos homens acreditam no mito de que o aumento da próstata (hiperplasia benigna de próstata) pode se tornar um câncer.
O assunto foi um dos destaques do videocast Saúde e Bem-Estar, que apresentamos todas as quartas-feiras, às 20h. A transmissão ocorre pelo JC Play – o canal do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC) no YouTube.
Participaram do episódio os urologistas Leonardo Gomes e Mauro Muniz, além do oncologista José Fernando Moura.
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Entenda a hiperplasia benigna de próstata
De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a hiperplasia benigna de próstata acontece quando células da próstata crescem: o tamanho da glândula aumenta, e há dificuldade no ato de urinar.
O problema atinge 50% dos homens com mais de 50 anos no País e chega a 80% dos homens a partir dos 90 anos.
O que muitos que passam pelo desconforto não sabem é que a condição tem tratamento, o que melhora muito a qualidade de vida do paciente. Essa doença faz com homens tenham que urinar diversas vezes e, inclusive, passem a ter o sono comprometido.
TOQUE RETAL
Quando se refere ao câncer de próstata, há uma grande lacuna entre conhecimento e realização, especialmente no toque retal.
A maioria dos respondentes conhece o exame de toque retal (80%), mas menos da metade o realizou (44%), o que indica uma lacuna de 36 pontos percentuais.
Essa discrepância, maior do que a observada em outros exames como o PSA (13 p.p.), sugere que fatores como preconceito e tabu podem estar influenciando a decisão de realizar o exame, mesmo quando há conhecimento sobre sua importância.
Nessa pesquisa, apenas 39% dos homens com mais de 50 anos realizaram exames para detectar o aumento da próstata em 2023. Um dado preocupante é que 36% nunca fizeram o exame. A situação é mais preocupante na classe C: 4 em cada 10 homens nunca realizaram esses exames.
Essa lacuna é ainda mais acentuada no Nordeste e Norte/Centro-Oeste. O Nordeste se destaca com a maior familiaridade em relação ao exame de toque retal (89%), superando as demais regiões, como o Sudeste (79%), Sul (77%) e Norte + Centro Oeste (77%).
A pesquisa indica um alto índice de subnotificação para próstata aumentada. Apenas 17% dos homens brasileiros com mais de 50 anos relatam diagnóstico de aumento da próstata, apesar da condição afetar 50% da população masculina nessa faixa etária, segundo dados oficiais da Sociedade Brasileira de Urologia.
O estudo revela uma compreensão limitada sobre os riscos da hiperplasia benigna de próstata. Uma parcela significativa dos homens acredita, erroneamente, que a condição pode evoluir para até levar à morte, o que pode gerar ansiedade e decisões de tratamento inadequadas.
O medo da progressão da doença e do desenvolvimento de câncer são as principais preocupações entre os diagnosticados.
A maioria (60%) dos homens com mais de 50 anos acredita, erroneamente, que o aumento benigno da próstata pode evoluir para câncer. Outras preocupações infundadas incluem temem que o aumento da próstata possa levar a óbito. Além disso, 35% acham que precisariam fazer uma cirurgia de emergência.
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