Negociação entre Executivo e Legislativo teve até a ida de oposicionista ao Palácio mas voltou à estaca zero

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Negociação entre Executivo e Legislativo teve até a ida de oposicionista ao Palácio mas voltou à estaca zero



Acordo costurado pelas bancadas deveria ser votado na terça mas deu com burros n’água quando o Palácio orientou sua bancada a não dar quórum na sessão

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A insistência do presidente da Assembleia, deputado Álvaro Porto, de colocar em votação no plenário da casa o projeto de aumento das emendas parlamentares dos deputados para o patamar de 1,55% da Receita Corrente Líquida do Estado – um reajuste superior a 50% em relação que vai ser praticado em 2026- ( com que não concorda o Executivo) e a decisão da governadora Raquel Lyra de colocar como prioridade do estado a votação pela Alepe do empréstimo de R$ 1,7 bi que o presidente Álvaro Porto decidiu não pautar este ano puseram uma pá de cal, que não se sabe se é temporário, sobre um acordo costurado pelas bancadas do Governo e Oposição que deveria ser votado na reunião plenária desta terça-feira mas deu com os burros n’água quando o Palácio orientou sua bancada a não dar quórum na sessão, obrigando o deputado Diogo Moraes (PSDB) que a presidiu, a abrir e fechar os trabalhos em questão de minutos.

A costura do acordo que levou o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, da Alepe, deputado Alberto Feitosa – um dos mais ferrenhos oposicionistas – a uma reunião no Palácio na noite desta segunda-feira com o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, e deputados da base governista, comandados pela líder Socorro Pimentel, envolveu o 1º secretário da Alepe, deputado Francismar Pontes, e pressupunha a retirada das negociações dos assuntos mais críticos – o aumento das emendas e o empréstimo – e a substituição da PEC-30, que tem causado grande polêmica, por um substitutivo que englobasse a criação pela Alepe de uma Consultoria, o aumento das atribuições da Procuradoria Geral do Poder Legislativo, que passaria a ter a prerrogativa de defender deputados e funcionários quando necessário, e a consolidação do acordo entre a Assembleia e o TCE em torno do percentual de gastos com pessoal.



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