Uma récita da ópera “Carmen” na Metropolitan Opera, uma das principais casas de espetáculo de Nova York, foi interrompida por manifestantes na noite desta sexta-feira (21). Eles protestavam contra os laços da instituição com o bilionário David H. Koch.
Morto em 2019, o empresário destinou parte significativa de sua fortuna a causas ligadas à direita, incluindo campanhas que buscavam desacreditar o combate às mudanças climáticas, e foi também grande patrocinador das artes.
O prédio ao lado do Met Opera, dentro do complexo Lincoln Center, abriga a companhai de balé da cidade de Nova York e leva o nome do bilionário.
A récita de “Carmen”, obra-prima de Georges Bizet, foi interrompida por cerca de 15 minutos, quando pelo menos um manifestante invadiu o palco, no primeiro ato. Três pessoas foram presas pelas forças policiais locais, que retiraram os manifestantes do teatro para que a ópera pudesse voltar a ser encenada.
O protesto acontece em meio a uma onda de críticas à maneira como o governo de Donald Trump tem lidado com instituções públicas e até mesmo empresas privadas ligadas à área da cultura e do entretenimento, com cortes e interferências de motivação ideológica.
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