Com curadoria de Daniel Donato, mostra antológica dos 40 anos de carreira do artista, incluindo obras inéditas, abre ao público no dia 30 de abril
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A memória e a história como forças capazes de reorganizar sensibilidades e olhares em diálogo com a natureza são impressas nas obras do artista José Rufino desde a década de 1980.
Revisitando um acervo de quatro décadas que traduz essa simbologia e experimenta, em diferentes materiais e suportes, as poéticas do encontro entre o que está vivo e o que se fixou no tempo, o paraibano tem sua trajetória representada em “Dura Naturalia”, exposição com curadoria de Daniel Donato que a Galeria Marco Zero abre ao público no dia 30 de abril, às 18h.
A mostra é um confronto e uma interseção entre obras antigas e novas, fazendo emergir o latente, o adormecido e vestígios do memorial.
Em exibição, estão trabalhos em esculturas, pinturas, desenhos e instalações, criados desde a década de 1980 até produções inéditas.

Obra de José Rufino tem como símbolo a memória e a história como forças capazes de reorganizar sensibilidades e olhares – Divulgação
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A exposição é dividida em três núcleos. Um deles, a série Cartas de Areia, trabalho mais antigo da mostra, apresenta um trabalho de Rufino a partir do arquivo privado de cartas do avô, escritas entre 1920 e 1950, além de notas fiscais, bilhetes, livros e cartas, sobre os quais o artista inscreve desenhos e pinturas nos quais proliferam símbolos de árvores genealógicas, desenhos do engenho, cenas de sexo e autorretratos em silhuetas fantasmagóricas.
“A experiência é curiosa como o ato de se encarar um gaveteiro antigo, cheio de possibilidades poéticas e conceituais, mas assombroso. Eu prefiro assim: enfio a mão nas gavetas da criação sem medo de encontrar o documento inviolável ou a lâmina enferrujada”, reflete o artista.
Entre os trabalhos inéditos estão produções realizadas neste ano, além de pinturas da série Phantasmagoria, produzidas durante a pandemia.
Outro destaque da exposição é a obra Spectrum, elaborada por José Rufino a partir de recortes de jornais da época em que Andy Warhol viveu em Pittsburgh, nos EUA, cedidos ao brasileiro pelo irmão do artista, John Warhola. Rufino fez intervenções em pintura a partir da sua pesquisa com o teste de Rorschach.
Sobre o artista
Ao longo de quatro décadas de produção, José Rufino (João Pessoa, PB, 1965) já participou de mais de 350 exposições, entre individuais e coletivas, no Brasil e em vários países, incluindo as bienais de São Paulo (25ª edição), Mercosul e Havana e duas edições do Panorama da Arte Brasileira.
Em 2017, recebeu o prêmio Mário Pedrosa (Artista Contemporâneo) da Associação Brasileira de Críticos de Arte e foi indicado ao Prêmio PIPA em 2010 e 2012. Além de artista visual, é escritor e professor do curso de Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba e do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da UFPB/UFPE.
Serviço
Exposição Dura Naturalia, de José Rufino
Local: Galeria Marco Zero – Av. Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem – Recife
Data: de 30 de abril a 19 de junho de 2026
Visitação: de segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 17h
Entrada franca
Informações: (81) 98262-3393 | www.galeriamarcozero.com

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