A ministra Cármen Lúcia será a relatora do Código de Ética no STF. Relator da proposta da escala 6×1 diz que ninguém quer ficar contra o trabalhador
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CADA CABEÇA…
…pelo tom de conciliação reiterado no discurso inaugural do Ano Judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deixou entender que “cada despacho, a cada decisão, a cada processo, a jurisdição deve se fazer sinônimo de justiça, confiança e segurança jurídica”.
ESPETOU A IDEIA…
…na cabeça da ministra Cármen Lúcia, que será relatora do Código de Conduta do STF. “Seguirei buscando dar à sociedade brasileira segurança jurídica com legitimidade. Reafirmo o compromisso com a adoção de um Código de Ética para o Tribunal.” Em 12 de fevereiro ocorrerá a primeira reunião para o início dos trabalhos do grupo.
NA BANHEIRA…
…também chamado de impedimento, na linguagem futebolística, o presidente Lula da Silva (PT) saiu em defesa do Judiciário, dizendo que o tribunal sofreu pressões internas e externas, mas que deu respostas “com altivez” e sentenciou que o STF cumpriu com o seu papel. “O Supremo não buscou protagonismo, muito menos tomou para si atribuições de outros Poderes”.
COM O BLOCO NA RUA
Na promessa do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), este ano, “ainda que curto”, em função das eleições de outubro, terá a PEC da Segurança Pública como “primeira prioridade, logo após o Carnaval”.
O REI DA IRONIA
O procurador-geral da República durante o período de elaboração da Constituição Federal, Sepúlveda Pertence (1937–2023), por vezes deixava seus interlocutores sem perceber a ironia, que vale para os dias atuais: “o ano sabático do Judiciário, em período eleitoral, talvez fosse a vacina para evitar essas justificativas de que ocupantes de cargos públicos não sejam investigados”.
OU ELA OU NÓS
O senador Rogério Carvalho (PT-SE), relator da proposta da escala 6×1, “quem ficar contra, ficará contra o povo brasileiro”. Motta anunciou a proposta como uma das prioridades.
SILÊNCIO PROTOCOLAR
Ausentes do comando das comissões permanentes da Câmara, é hora de os 25 deputados pernambucanos arregaçarem as mangas e se unirem para que pelo menos um dos integrantes da bancada comande algum importante colegiado.
FRIO NA BARRIGA
O governo federal e o PT encomendaram pesquisas de opinião para medir o impacto que o caso Banco Master pode ter causado tanto à legenda como ao Planalto.
AINDA ASSIM
Qualquer que seja o resultado, a orientação das lideranças do partido, seja na Câmara ou no Senado, é para que nenhum petista assine requerimentos de criação da CPMI do Master.
FECHOU QUESTÃO
O presidente da OAB, Beto Simonetti, tão silente quando a pauta são as estrepolias judiciais de ministros do STF, ontem elogiou a indicação do advogado pernambucano Jorge Messias para a vaga no tribunal. “Uma alegria para a advocacia ver seu nome indicado para o Supremo Tribunal Federal; desejamos pleno êxito na sabatina que se aproxima.”
PENSE NISSO!
Não vejo com surpresa a omissão de parlamentares governistas, principalmente aqueles do PT e de legendas que gravitam em torno de Lula, ao não assinarem o pedido de criação de uma comissão parlamentar para investigar o caso Banco Master.
É aquela — velha — história: para que arriscar, não é mesmo? Vai que um aliado, um figurão próximo do governo, tenha algum “conflito de interesse”, para não usar o surrado “rabo preso”.
Mas a voçoroca causada pelos negócios pouco republicanos do Master ainda tira o sono de muita gente — independentemente da prateleira ideológica que o político ocupe.
Pense nisso!

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