Sienna Rose parecia mais um novo nome promissor do R&B contemporâneo, com milhões de ouvintes no Spotify e até uma música compartilhada por Selena Gomez no Instagram. Mas o sucesso repentino escondia um detalhe decisivo —a cantora não existe de verdade e é mais uma das recentes criações a partir da inteligência artificial.
O perfil da artista no Spotify descreve uma cantora de neo soul que mistura o soul clássico à “vulnerabilidade do R&B moderno”. A narrativa funcionou. Três músicas entraram na playlist Viral 50 – EUA, tradicional vitrine de novos talentos do streaming, e o projeto acumulou 2,9 milhões de ouvintes mensais.
As suspeitas cresceram a partir de mudanças no avatar de Rose. Desde setembro do ano passado, a imagem passou de uma jovem ruiva com violão para uma morena e, por fim, para uma mulher negra cantando R&B —fase em que o projeto ganhou alcance viral.
Após questionamentos, álbuns antigos foram removidos do Spotify, mas continuam disponíveis em outras plataformas, como o Tidal.
O projeto segue o caminho de outros artistas criados por IA, como The Velvet Sundown e Xania Monet. A expectativa no mercado é que os números de audiência caiam à medida que mais ouvintes descubram a origem artificial da cantora.

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