Cana-de-açúcar impulsiona produção agrícola em Pernambuco

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Cana-de-açúcar impulsiona produção agrícola em Pernambuco


A projeção para a safra de cana-de-açúcar atinge 13.990.313 toneladas, o que representa um acréscimo de 226.839 toneladas frente ao ciclo de 2025

Por

JC


Publicado em 11/06/2026 às 13:30


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A atividade agrícola em Pernambuco mostra sinais de expansão na safra de 2026, com um aumento de 18.779 hectares na área total plantada em relação ao ano anterior. Segundo os dados de maio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, a categoria de cereais, leguminosas e oleaginosas deve ocupar 352.889 hectares no Estado. A cana-de-açúcar mantém sua liderança histórica e consolida o padrão agroindustrial local, respondendo sozinha por uma área plantada estimada em 246.251 hectares e uma expectativa de colheita de quase a totalidade desse espaço devido ao baixo índice de perdas.

A projeção para a safra de cana-de-açúcar atinge 13.990.313 toneladas, o que representa um acréscimo de 226.839 toneladas frente ao ciclo de 2025. O levantamento do IBGE também destaca a alta taxa de conversão entre a área plantada e a colhida para as culturas de milho e feijão de segunda safra, um fator que impacta diretamente o abastecimento do mercado para as festividades do período junino.

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Entre as lavouras temporárias, o milho de primeira safra lidera em extensão com 97.551 hectares plantados, seguido de perto pelo milho de segunda safra e pelo feijão de segunda safra, este último cultivado em sistema de consórcio.

No volume total de produção, os principais destaques após a cana-de-açúcar são a uva, com 716.031 toneladas, a banana, com 636.712 toneladas, e a mandioca, que aparece como a quarta maior cultura em área colhida e registra 608.747 toneladas.

No que diz respeito à produtividade por hectare, o tomate lidera o ranking de rendimento médio no estado com 58.497 quilogramas por hectare, apresentando uma evolução de 1,7% em comparação com o ano passado.

A cana-de-açúcar e a uva aparecem em seguida, registrando as marcas de 56.836 e 45.964 quilogramas por hectare, respectivamente, embora ambas tenham apresentado uma leve retração em seus rendimentos médios diários na comparação anual. Por outro lado, o sorgo obteve um salto expressivo de 1.630,8% em sua eficiência produtiva, enquanto culturas tradicionais como o algodão herbáceo, a mamona e o feijão de segunda safra também garantiram avanços significativos de rendimento, consolidando o potencial da safra pernambucana para este ano.






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