Arthur Valença de Luna é um dos investigados em um esquema de rachadinha que, segundo a Polícia Civil, ocorreu no gabinete do ex-deputado Romário Dias
Raphael Guerra
Publicado em 19/04/2026 às 12:31
| Atualizado em 19/04/2026 às 13:34
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Após ser alvo da operação que investiga um esquema milionário de rachadinha na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o servidor Arthur Valença de Luna foi exonerado. Ele atuava como assessor especial no gabinete da deputada estadual Gleide Ângelo (PP).
A operação Draft apura o desvio de pelo menos R$ 2,8 milhões. Segundo as investigações da Polícia Civil, o esquema de rachadinha e funcionários-fantasmas foi desenvolvido no gabinete do ex-deputado Romário Dias entre os anos de 2015 e 2019. Mas pode ter continuado até 2024, quando o parlamentar deixou a Alepe, deixando prejuízo aproximado em R$ 6 milhões.
A exoneração de Arthur foi publicada em ato assinado pelo deputado Álvaro Porto, presidente da Alepe na última quinta-feira (16), um dia após a operação.
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Em nota, a assessoria de Gleide declarou que a “medida demonstra responsabilidade administrativa e compromisso com a correção imediata de providências cabíveis no âmbito do gabinete, sempre com respeito aos trâmites legais e institucionais”.
A nota pontou que a deputada “reafirma sua total disposição em colaborar com as autoridades competentes para o esclarecimento dos fatos, dentro do devido processo legal”.
O filho de Romário Dias, o também ex-deputado estadual Leonardo Dias, também foi alvo da operação. Ele foi exonerado do cargo de secretário executivo de Micro e Pequena Empresa e Fomento ao Empreendedorismo, ligado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo.
INVESTIGAÇÃO
As investigações foram iniciadas em 2023, a partir do compartilhamento de provas oriundas de outro processo. O material estava sob responsabilidade do Ministério Público Federal (MPF), que apurava o desvio milionário de recursos públicos em obras de requalificação da BR-101, na região do Grande Recife.
As provas compartilhadas apontaram para o esquema dentro da Alepe e deram origem ao inquérito que culminou na operação Draft.
O inquérito policial indicou que mais de 30 contratados pelo gabinete, que recebiam salários entre R$ 6 mil e R$ 18 mil mensais, teriam participado do esquema. A polícia afirmou que praticamente todos os valores eram entregues e esses servidores ficavam com apenas R$ 300 mensais.
Na operação, apenas mandados de busca e apreensão foram cumpridos.
A investigação continua sob a coordenação da 1ª Delegacia de Combate ao Crime Organizado, do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco).
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