Caso não ataque problemas da competitividade da indústria, abertura de mercado a concorrente europeus representa risco, avalia presidente da Abimaq
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O Brasil precisa atacar os problemas que minam a competitividade da indústria na competição internacional para aproveitar as oportunidades do acordo entre Mercosul e União Europeia, cuja assinatura está prevista para o próximo sábado. Se não for assim, a abertura de mercado a concorrentes europeus representa um risco para a indústria de transformação.
A avaliação é de José Velloso, presidente executivo da Abimaq, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.
“Se, por um lado, é bom para o consumidor final, porque os produtos ficarão mais baratos, e para o agronegócio, porque o agro brasileiro tem uma competitividade melhor, esse acordo é um risco para a indústria de transformação”, comenta Velloso.
Para o presidente da Abimaq, o Brasil terá que enfrentar deficiências que aumentam o custo de produção no País, como impostos e juros altos e melhorar o ambiente de negócio, assim como a situação macroeconômica, para transformar um risco em oportunidade.
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“Aí, sim, todos os setores da economia poderão aproveitar melhor a oportunidade que se abre no grande mercado europeu”, comenta o executivo.
Agricultores franceses protestam
A aprovação do acordo Mercosul-UE também tem preocupado agricultores franceses. Centenas deles passaram a noite do sábado (10), na entrada do porto de Le Havre, no noroeste da França, e montaram neste domingo (11), uma barreira para controlar a entrada de caminhões em protesto contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, aprovado na sexta-feira passada.
A ação, que começou no sábado, visa controlar produtos alimentares que entram e saem do porto, segundo informações da imprensa local.
Os manifestantes pretendem bloquear a passagem de alimentos que não respeitem as normas sanitárias e ambientais impostas aos produtores franceses e europeus.
Em comunicado, a Federação Nacional dos Sindicatos de Exploração Agrícola (FNSEA), principal organização dos agricultores do país, anunciou que vai “prosseguir sua maratona de mobilizações para obter resultados concretos”.
O documento reconheceu avanços pontuais nas negociações com o governo, “notadamente sobre o apoio aos setores em crise (grandes culturas e viticultura)”, mas criticou a ausência de medidas estruturantes.
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