Primeira ressonância anticlaustrofobia com IA começa a funcionar no Recife

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Primeira ressonância anticlaustrofobia com IA começa a funcionar no Recife


Aparelho tem abertura mais larga, bloco interno mais curto e ruído reduzido. Real Hospital Português é o primeiro hospital do País a instalar máquina



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Quem já precisou passar pelo exame de ressonância magnética conhece bem a cena: ambiente fechado, barulho intenso e a sensação de estar dentro de um cilindro apertado. Para pessoas com ansiedade ou claustrofobia (medo ou desconforto de espaços fechados), isso vira um verdadeiro desafio médico. Agora, pacientes do Recife começam a experimentar uma versão menos desconfortável desse exame

A unidade de Boa Viagem do Real Hospital Português (RHP), na Zona Sul da capital pernambucana, acaba de instalar a uMR 670 (tecnologia inédita no Brasil). O aparelho, fabricado pela United Imaging Healthcare, tem abertura mais larga (70 cm), bloco interno mais curto e ruído reduzido.

Juntos, esses elementos diminuem a sensação de aprisionamento, uma das principais queixas em exames tradicionais.

“A chegada da uMR 670 é um marco para o Real Hospital Português e para o diagnóstico por imagem no Brasil. Estamos trazendo uma tecnologia que não apenas melhora a qualidade das imagens, mas também transforma a experiência do paciente, tornando-a mais confortável e segura”, afirma o gerente médico do Real Imagem, João Eduardo da Fonte.

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Além do espaço interno maior, o equipamento monitora a respiração sem necessidade dos sensores e correias normalmente presos ao corpo, outro ponto que costuma gerar desconforto, principalmente em crianças, idosos e pacientes oncológicos.


RHP/DIVULGAÇÃO

Máquina também adota algoritmos de inteligência artificial para agilizar as etapas do procedimento: do posicionamento ao processamento das imagens – RHP/DIVULGAÇÃO

Mais especialidades médicas atendidas

O novo equipamento pode ser usado em diferentes especialidades, como neurologia, oncologia e musculoesquelética. Para o hospital, a instalação abre espaço para fortalecer o atendimento de alta complexidade no Recife, sobretudo na Zona Sul.

“Ser pioneiro na adoção dessa tecnologia reforça nosso compromisso com a excelência e a inovação. Estamos investindo para que nossos pacientes tenham acesso ao que há de mais avançado no mundo, com diagnósticos mais rápidos e confiáveis”, ressalta o superintendente ambulatorial do RHP, Islan Moisalye.

Inteligência artificial entra na sala de exames

A máquina também adota algoritmos de inteligência artificial para agilizar as etapas do procedimento: do posicionamento ao processamento das imagens. Na prática, o exame tende a ser mais rápido e a entrega diagnóstica, mais precisa.

O investimento, de R$ 4,5 milhões, integra o projeto de ampliação da unidade Boa Viagem do RHP, que agora passa a operar como um polo com emergência 24h, consultórios e centro diagnóstico.





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