Perícias no imóvel onde corpo da criança foi encontrado foram fundamentais para conclusão do inquérito. Dois suspeitos foram indiciados
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A Polícia Civil afirmou, nesta sexta-feira (5), que uma mancha de sangue encontrada no quarto do suspeito de matar a menina Esther Isabelly Pereira da Silva, de 4 anos, foi uma das principais provas para esclarecer o crime ocorrido em São Lourenço da Mata, no Grande Recife. A hipótese de abuso sexual foi descartada.
Fernando Santos de Brito, de 31 anos, foi indiciado por homicídio e ocultação de cadáver. “O local [quarto] foi lavado, mas com uso de luminol [reagente químico] conseguimos localizar o sangue. E quando botamos no Instituto de Genética Forense, descobrimos que era de Esther. Ela morreu com uma pancada na cabeça”, explicou a delegada Juliana Bernat, titular da 10ª Delegacia de Homicídios.
Segundo testemunhas, Esther brincava com o irmão em um campo próximo de casa, no bairro do Pixete, quando foi levada por um homem na tarde de 20 de outubro. Buscas foram realizadas, até que o corpo foi encontrado na cacimba da residência do suspeito no dia seguinte ao desaparecimento.
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A delegada declarou que manchas de sangue na parede também foram analisadas pela perícia. Os exames revelaram que as digitais eram de Fernando. Ele está preso preventivamente desde que o corpo foi encontrado na casa – praticamente destruída pela população revoltada.
Contradições no depoimento de Fernando, em relação a horários, também contribuíram para o indiciamento dele. Enquanto o suspeito disse que havia ido para a casa da mãe no horário do desaparecimento de Esther, testemunhas contaram que viram ela sendo levada para a casa dele.
SEGUNDO INDICIAMENTO
A companheira dele, Uilma Ferreira dos Santos, 33, também foi indiciada por ocultação de cadáver. A polícia identificou que ela fez uma faxina na residência onde o crime foi praticado na tentativa de apagar provas. Ela também está presa preventivamente.
“Desde o início, ela insiste em afirmar que não entrou no quarto do Fernando. Mas ela se desfaz dos móveis e ajuda Fernando a sair dali após o crime”, contou a delegada.
A polícia não conseguiu concluir qual teria sido a motivação do crime. Mas descobriu que Fernando estaria sob efeito de drogas e álcool.
“Fernando estava extremamente drogado e embriagado. Quando ele estava nessa situação, agredia Uilma também. Agora, o que levou ele a levar a menina, só ele mesmo pode esclarecer”, afirmou Juliana Bernat.
A hipótese de crime sexual contra a menina foi descartada. “Quando chegou laudo sexológico, descobrimos que não havia nenhuma lesão sexual”, confirmou a delegada.
Um terceiro suspeito, que chegou a ser preso, não foi indiciado. Para a polícia, ele não teve participação no crime e, em depoimentos, falou a verdade. “Ele não estava em casa, saiu para trabalhar. Ele só chega em casa por volta das 18h. E a situação toda já tinha acontecido”, disse a delegada.
O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), que vai decidir se concorda com o resultado ou se pede novas diligências.

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