A aplicação comercial da IA é importante, mas no caso dos hospitais, só se ajudar a otimizar os cuidados com os pacientes
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Alguns países estão debatendo o paradoxo da falsa produtividade médica. Como o Brasil tem mania de copiar o que é feito fora, mesmo o que deu errado, deveria antecipar a discussão para evitar que ocorra o mesmo aqui. Nada contra aproveitar as experiências que dão certo, inovações que demandaram tempo, pesquisas, criatividade e tecnologia para se consolidar, podendo ser prontamente copiadas. Nada contra aplicar rotinas e protocolos que simplificam e melhoram a qualidade do atendimento médico.
A prestação de serviços médicos não é mais feita através de “casas de saúde” com o tesoureiro portando lápis na orelha. Hoje são grandes corporações hospitalares sob olhar atento de investidores e é natural que haja padronização de procedimentos, exigências burocráticas administrativas, controle de gastos para evitar o caos. Ferramentas como a IA são inseridas em vários campos visando facilitar, ganhar tempo, evitar desperdícios e custos, mas analistas perceberam que, com o “progresso” e o modelo administrativo aplicado, a visita médica hospitalar passou a contar com menos tempo dedicado ao paciente. Estarão ocupados justificando os procedimentos perante as seguradoras e preenchendo todos os controles. Precisarão o dobro para atender as demandas do coração da instituição, sobrando pouco para o coração do paciente. Maior importância é dada para adesão aos protocolos e escolhas que resultem em sucesso para as contas médicas, rotuladas assim como eficientes e produtivas.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
A aplicação comercial da IA é importante, mas no caso dos hospitais, só se ajudar a otimizar os cuidados com os pacientes.
Países que se deram ao trabalho de avaliar a produtividade sob a ótica dos pacientes, constataram que não vai bem. Estão mais insatisfeitos, com maior sensação de abandono do “produto” que passaram a se considerar. Aferiram resultados também pela visão dos médicos e foi observado um maior nível de insatisfação profissional e burnout ao distanciá-los da razão da sua existência, daquilo que escolheram e se prepararam para exercer. Existe um comprometimento da sua identidade.
Ninguém é louco de pensar em negligenciar as finanças, mas loucura maior seria imaginar o cuidado administrativo financeiro comprometendo a atenção e cuidados para com o paciente.
Diagnóstico feito, passaram a debater possíveis correções de rumo, o que já poderia ser pensado aqui, sem precisar esperar pelas conclusões que vêm de fora. Seria a oportunidade de inovar com algo que não é fácil quantificar, como o valor do suporte à beira do leito, a atenção e a satisfação do principal interessado, razão para existência do hospital. Não só o desempenho na bolsa de valores.
Devolvendo a autonomia dos médicos e voltando o olhar para o paciente que, mais bem tratado e de forma tecnicamente correta, tem como resultado maior retorno até do ponto de vista financeiro.
Aumentando a verdadeira produtividade, quem sabe até os lucros aumentem na ponta do lápis e os investidores terão um sono mais tranquilo, sem pesadelos onde são responsabilizados pela distorção que estão implantando na medicina e o mal que estão causando às pessoas.
Sérgio Gondim é médico

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pessoa-realizando-agachamento-lento-202605152118-2.jpeg?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-carambola-no-pe-1.jpeg?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-varios-caquis-e-um-aberto-1.jpeg?w=300&resize=300,300&ssl=1)







/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pessoa-realizando-agachamento-lento-202605152118-2.jpeg?w=150&resize=150,150&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-carambola-no-pe-1.jpeg?w=150&resize=150,150&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-varios-caquis-e-um-aberto-1.jpeg?w=150&resize=150,150&ssl=1)