Empresário e ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) morreu nessa segunda-feira (10) em Fortaleza, por câncer
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Morreu o empresário e ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Roberto Proença de Macêdo, aos 81 anos, em Fortaleza, na noite dessa segunda-feira, 10, por complicações decorrentes de câncer.
Um dos mais importantes industriais do Brasil, era presidente do Conselho de Administração do Grupo J. Macêdo. Deixa esposa, quatro filhos, dez netos e três bisnetos.
A informação sobre a morte foi confirmada pelo Grupo J. Macêdo nesta manhã. A Fiec decretou luto oficial de três dias em razão da partida do ex-presidente da entidade. O velório está marcado para às 10 horas na funerária Ternura, com missa às 14 horas. Já o sepultamento deve ocorrer no Cemitério São João Batista, às 16 horas.
Em outubro deste ano, Universidade Federal do Ceará (UFC) aprovou a concessão do título de Doutor Honoris Causa ao empresário, em reconhecimento à sua contribuição para o desenvolvimento industrial, social e para a aproximação entre a academia e o setor produtivo no Estado.
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Por meio de nota, o Grupo J. Macêdo destaca o legado do empresário, marcado pela “generosidade, integridade, fé e sensibilidade nas relações humanas”.
“Roberto Macêdo deixa um legado marcado pela generosidade, integridade, fé e sensibilidade nas relações humanas. Sua trajetória inspira todos nós a seguirmos firmes na construção de um futuro guiado pelos valores que sempre nortearam sua vida e o propósito da família Macêdo.”
Homenagens: “Empresário de notável visão”
Entre as homenagens feitas ao empresário, destaque para o atual presidente da Fiec, Ricardo Cavalcante, que enalteceu o legado de Roberto como líder classista.
“Empresário de notável visão e um dos mais importantes líderes da industrialização contemporânea do nosso Estado”, disse, representando toda diretoria da entidade, presidentes dos sindicatos industriais, ex-presidentes ainda vivos, líderes e colaboradores do Sistema Fiec e de todos os industriais do Ceará.
Amigo pessoal de Roberto, Ricardo Cavalcante declara que sua partida é especialmente dolorosa, por se tratar de um “amigo, irmão, conselheiro constante e presença segura”.
Sobre a gestão de Roberto à frente da Fiec, ele aponta que ela marcou uma transformação estrutural profunda, “dando à Federação agilidade, modernidade e coerência institucional”.
“Roberto nos ensinou que para ser um grande líder, basta agir com verdade, serenidade e firmeza de princípios. Foi ele quem consolidou uma cultura de ética e austeridade a serviço do bem comum, deixando um legado que permanecerá como referência para todas as futuras gerações industriais do Ceará”, afirma.
O presidente da Fiec finaliza dizendo: “Roberto Proença de Macêdo viverá em nossa memória, em nossas instituições e em nossos passos”.
Legado de Roberto Macêdo na Federação das Indústrias Roberto Macêdo foi presidente da Federação das Indústrias entre 2006 e 2010, época em que a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) – atual Arcelor Mittal Pecém – foi inaugurada, em 2008. O empreendimento é até hoje a grande âncora do Complexo Industrial e Portuário do Pecém.
A CSP faz do Ceará um produtor e exportador de aço de alta qualidade. Naquele mesmo período, a indústria cearense se fortaleceu com a chegada de novos investimentos, especialmente da indústria de calçados.
Em 2006, as exportações de produtos industrializados representaram 68% do total, demonstrando uma mudança na estrutura produtiva do Estado.

Roberto Macêdo, ex-presidente da Fiec e presidente do Conselho de Administração do Grupo J. Macêdo – AURÉLIO ALVES
Governo e Prefeitura lamentaram morte
O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT) lamentou a morte do industrial e destacou sua trajetória “marcada pela visão empreendedora, integridade e compromisso com o desenvolvimento do país”.
“Deixa um legado de trabalho, inspiração e exemplo para todos nós. Nossos sentimentos à família e aos amigos neste momento de dor”, escreveu.
Prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão (PT) também lamentou o ocorrido. “Contribuiu por décadas para o desenvolvimento econômico do Estado do Ceará. Aos amigos e familiares, desejo serenidade neste momento delicado”, escreveu nas redes sociais.
Sinônimo de imponência e beleza, a mansão de mais de 10 mil metros quadrados (m²) pertencente à família J. Macêdo era o grande destaque da rua Visconde de Mauá, em Fortaleza, e sede de edições da CasaCor Ceará, entre 2009 e 2019.
Projetado pelo renomado arquiteto carioca Acácio Gil Borsoi, em 1969, o jardim da casa conta com assinatura de Roberto Burle Marx. Os recursos paisagísticos contemplam um conjunto de plantas e lagos.
O local foi moradia da família do empresário Benedito Dias de Macêdo até 1975, quando passou a pertencer ao grupo J. Macêdo. Após reforma, em 1978 passou a sediar a sede do grupo até 2003.
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