Senadores afirmaram que pessoas experientes do partido foram “ingênuas” ao aceitar acordo que impediria o avanço do PL na anistia na Câmara
Rodrigo Fernandes
Publicado em 22/09/2025 às 12:59
| Atualizado em 22/09/2025 às 13:01
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Os senadores do PT em Pernambuco, Humberto Costa e Teresa Leitão, reconheceram que o partido saiu politicamente desgastado após a votação da PEC da Blindagem. A legenda deu 12 votos favoráveis ao projeto na Câmara, o que gerou forte reação negativa e críticas à condução da negociação.
Em entrevista à Rádio Jornal, nesta segunda-feira (22), Humberto classificou como grave o impacto para a imagem do partido e apontou que a decisão contrariou a maioria da bancada.
“Tivemos um prejuízo muito grande com essa decisão que foi tomada. Teresa e eu estávamos na reunião da bancada da Câmara que decidiu qual posição assumir, e era evidente que a esmagadora maioria queria votar contra a proposta. O líder da nossa bancada propôs o voto ‘não’, contou.
Ele afirmou que parte dos parlamentares agiu de forma “ingênua” ao confiar em um suposto acordo político para evitar o avanço da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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“Na reunião, algumas pessoas se manifestaram, e lógico que não são pessoas que defendem criminosos, mas foram de uma ingenuidade absurda, de achar que acordo com o Centrão e com o presidente da Câmara ia ser cumprido e acontecer. Além do mais, que tipo de acordo é esse? Vamos votar esse absurdo e depois vocês não votam a urgência da anistia? Isso é um erro de avaliação política absurdo. Pessoas experientes cometeram esse erro”.
Segundo Humberto, o voto a favor trouxe prejuízo direto para a imagem do PT.
“Foi ruim para o partido. Agora, não considero que essas pessoas sejam favoráveis à impunidade ou ao crime, mas estão pagando um preço por conta disso. Espero que a partir de agora possam refletir num momento como esse. As pessoas têm que saber, não tem essa noção, acham que estão dentro do Parlamento e que tudo é possível, que o povo esquece. Mas existem consequências.”
Teresa Leitão: “Terminamos enganados”
A senadora Teresa Leitão avaliou que houve excesso de confiança em uma conjuntura adversa e criticou a postura da presidência da Câmara.
“A boa negociação é a do ganha-ganha, e essa foi do perde-perde. A postura do próprio presidente da Câmara foi muito leniente. A gente não sabia, não viu força, e ficamos imprensados: de um lado a extrema-direita, do outro o Centrão, e nós do campo progressista?”
Teresa também considerou um equívoco confiar em negociações diante de um clima de radicalização.
“Confiar num tipo de negociação dessa natureza com o clima de intolerância radicalizada que existe na Câmara não foi procedente. Terminamos enganados, os que votaram, e que agora estão fazendo mea-culpa”, concluiu a senadora.

Teresa Leitão participou do Debate da Rádio Jornal – Artur Borba / JC Imagem
Assista à entrevista no Debate da Rádio Jornal

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