Portugal anunciou neste domingo (21) o reconhecimento oficial do Estado Palestino, somando-se a Reino Unido, Canadá e Austrália, que também formalizaram a medida. A decisão ocorre na véspera da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, e foi apresentada como parte de um esforço internacional para reforçar a solução de dois Estados como caminho para uma paz duradoura no Oriente Médio
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, destacou que essa é “a única via para uma paz justa e duradoura”.
Já o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que o reconhecimento busca “reavivar a esperança de paz para palestinos e israelenses”. Na mesma linha, o premiê australiano, Anthony Albanese, disse que a decisão está em consonância com as “legítimas e antigas aspirações do povo palestino”.
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Contexto e impactos políticos
- Portugal: anunciou a decisão no mesmo dia em que oficializou sua posição em Nova York;
- Reino Unido: declarou que a medida é parte de uma tentativa de dar novo fôlego ao processo de paz;
- Austrália: vinculou o gesto a um apelo por cessar-fogo em Gaza e pela libertação de reféns do ataque de 7 de outubro de 2023.
- Canadá: confirmou o reconhecimento de forma coordenada com os demais países.
O Brasil, vale lembrar, já havia reconhecido o Estado Palestino em 2010. A França também deve oficializar sua decisão em breve, ampliando o grupo de países que apoiam a medida.
Reação de Israel
Em resposta, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que “não haverá um Estado Palestino” e prometeu uma reação após retornar dos Estados Unidos, onde cumpre agenda oficial. Já o governo norte-americano, sob a liderança de Donald Trump, se mantém contrário às recentes decisões, reforçando apoio irrestrito a Israel.
Caminho para a ONU
O movimento de reconhecimento coordenado fortalece a presença palestina na diplomacia internacional em um momento de tensões acentuadas no Oriente Médio. Os anúncios, feitos em sincronia, buscam pressionar por negociações que contemplem a criação de um Estado Palestino soberano, convivendo lado a lado com Israel.
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