Demorou 25 anos para eu me achar lindo, diz Humberto Morais, galã em ‘Dona de Mim’

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Demorou 25 anos para eu me achar lindo, diz Humberto Morais, galã em ‘Dona de Mim’


Rio de Janeiro

Policial e lutador de kickboxing em “Dona de Mim“, Marlon foi noivo de Leona (Clara Moneke), viveu um romance conturbado com Bárbara (Giovana Cordeiro) e agora mantém uma relação com Kami (Giovanna Lancellotti). Resumindo: é o grande galã da novela das sete da Globo, escrita por Rosane Svartman.

Mas se engana quem pensa que Humberto Morais, intérprete do personagem, sempre teve a autoestima em dia. Ao F5, o ator de 31 anos contou que não se entendia como um cara bonito e interessante até pouco tempo atrás. “Demorou 25 anos para eu me achar lindo”, afirma.

Mesmo assim, Humberto ainda fica sem graça ao falar da beleza e do charme quem emprestou ao personagem. Prefere analisá-lo sobre outra ótica. “Na verdade, o Marlon não sabe ficar sozinho”, diz, meio brincando, meio sério.

Para ele, tem outras qualidades que fazem o personagem ser tão desejável na novela —e tão bem-visto aos olhos do público. “Ele é obstinado, sonhador, corajoso, justo, imprudente e um pouquinho arrogante, mas só pelos motivos que ele acredita serem os certos”, avalia.

Recentemente, a trama de Marlon ganhou novos contornos depois que um vídeo íntimo dele foi publicado em um site de conteúdo adulto. Com imagens do lutador tomando banho na academia, o personagem se tornou uma estrela entre os assinantes da plataforma.

O arco dramático do personagem vai crescer ainda mais, e Humberto diz estar cada dia mais feliz com a repercussão não só do seu trabalho como de toda a novela. “Nós do elenco somos um grande time. Não encaro o ofício como disputa”, afirma.

Todo esse sucesso veio apenas três anos após o ator fazer sua estreia na televisão, como o Formiga da novelinha infantojuvenil “Poliana Moça“, do SBT. “Nunca imaginei que as coisas fossem acontecer tão rápido. Também não me imaginei protagonista de nada”, comemora. “Mas tive muito apoio; essa conquista é coletiva”.

Formado em artes cênicas, Humberto até quis ser artista plástico por um tempo, por gostar de desenhar e pela relação forte com o grafite. Também tocou bateria, fez acrobacia e integrou um grupo musical chamado Amanaje.

Mas foi justamente se apresentando com a banda que ele se descobriu ator. “Hoje, parece que tudo que eu vivi me trouxe pra cá, para a interpretação”, comenta. “O meu plano B era o sucesso do plano A.”



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