Juliana ficou viva por mais de 30h, diz perícia brasileira

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Juliana ficou viva por mais de 30h, diz perícia brasileira



A necropsia inicial na Indonésia apontou morte em decorrência de hemorragia interna, cerca de 20 minutos depois de uma das quedas, segundo legista

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 A publicitária Juliana Marins, de 27 anos, morreu por volta das 12h do dia 22 de junho, um dia e meio depois de ter caído na trilha na Indonésia. Segundo o exame do IML, ela ficou viva por mais de 30 horas até sofrer uma segunda queda, a 220 metros da trilha principal.

Ainda de acordo com o exame, ela morreu 15 minutos após a segunda queda. O exame confirmou as fraturas já apontadas no exame da Indonésia, na base do crânio, costelas, pelve, laceração do fígado e dos rins, provocando intensa hemorragia interna.

Na primeira queda, de 61 metros, Juliana teve uma lesão na coxa esquerda, fratura no fêmur e, possivelmente, também na pelve. “A dor desse primeiro impacto foi intensa, um sofrimento grande”, afirmou o perito Nelson Messina, que participou da nova necropsia. “Foi uma morte agônica, hemorrágica, sofrida, infelizmente tenho de dizer isso.” Ela ainda passou fome, sede e frio.

A hora aproximada da morte foi estabelecida com base em exames entomológicos, feitos em larvas encontradas no corpo. Juliana morreu em decorrência de múltiplos traumas. O resgate durou quatro dias.



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