Livro traz histórias do Grupo JCPM, do Magazine Luíza e das Pernambucanas, por onde o executivo já passou, ajudando a implementar transformações
Publicado em 28/10/2024 às 22:28
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Marcelo Silva gosta de contar histórias. Cada livro que ele autografou na noite desta segunda-feira (28), no JCPM Trade Center, no lançamento de “Empresas Familiares – A construção da perpetuidade” é a possibilidade de compartilhar casos com cada leitor que comprou ou recebeu um exemplar. A aposta na literatura corporativa é uma forma de transbordar, em palavras, a intensidade do que viveu como executivo e conselheiro de empresas. A vocação para os casos vem da infância das conversas de pretos velhos, cozinheiras e peões que ouvia no engenho.
Nascido em uma numerosa família de 12 irmãos, Marcelo Silva, conheceu a realidade do campo em um engenho de cana-de-açúcar, onde passou a infância, no município de Palmares, na Mata Sul de Pernambuco. Viu a atividade açucareira definhar e seu pai procurar outro negócio para sustentar a família. A realidade empurrou o menino, precocemente, para o mercado de trabalho e, aos 15 anos, já era escriturário em um banco. Parte do que ganhava entregava ao pai, seu Osmar.
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LANÇAMENTO DO LIVRO EMPRESAS FAMILIARES, DE MARCELO SILVA, COM HOMENAGEM A JOÃO CARLOS PAES MENDONÇA, NO JCPM – RENATO RAMOS/JC IMAGEM
O que aquele garoto não sabia é que um dia estaria no varejo, ajudando nas transformações e no processo de sucessão de grandes empresas como Bompreço, Magazine Luiza e Pernambucanas. O livro é sobre essas experiências em grandes empresas do varejo nacional e como elas conseguiram realizar seus processos de sucessão com êxito e se manter fortes no mercado.
No lançamento do livro, antes da sessão se autógrafos, Marcelo Silva e o presidente do Grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça falaram sobre o livro e recordaram a história do Bompreço. João Carlos lembrou a importância que Marcelo nas transformações no Bompreço e disse que também se sentia homenageado pela reverência a Marcelo. Ele destacou as dificúldades de ser empresário no País, como o acesso a crédito, a alta carga tribuária e a relação do próprio empresário com seu negócio.
“A empresa já é um ambiente que gera emprego, renda e desenvolvimento, mas o empresário precisa pensar nas pessoas, tanto da empresa como da comunidade. É importante desenvolver um trabalho de compromisso social com a comunidade, porque ganhar dinheiro é bom, mas não se deve ganhar de qualquer jeito, é preciso ter propósito”, defende.

LANÇAMENTO DO LIVRO EMPRESAS FAMILIARES, DE MARCELO SILVA, COM HOMENAGEM A JOÃO CARLOS PAES MENDONÇA, NO JCPM – RENATO RAMOS/JC IMAGEM
VONTADE DE ESCREVER
“Esse livro é uma coletânea do aprendizado que eu tive durante muitos anos trabalhando no grupo Bompreço e hoje no Grupo JCPM, no Magazine Luiza e na Pernambucanas. Extraí algumas lições concretas vividas e resolvi escrever para comunicar aos mais jovens, aos estudantes, aos pequenos e médios empresários. Isso porque a permanência das empresas, das pequenas e médias empresas, e também algumas vezes das grandes empresas é muito difícil. Principalmente quando a gente olha para a sucessão para transição de gerações”, ressalta.
Ele conta que um dos seus maiores aprendizados foi trabalhar com João Carlos Paes Mendonça. “Fiquei no Bompreço durante 22 anos e agora no Grupo JCPM. O que faz a empresa se manter até hoje são os valores. Como ele disse, não ganhar dinheiro de qualquer forma, ganhar dinheiro com integridade, respeitando as pessoas, colocando as pessoas verdadeiramente como a essência de uma empresa. Isso João Carlos sempre fez e daí a razão do sucesso dele”, destaca.

LANÇAMENTO DO LIVRO EMPRESAS FAMILIARES, DE MARCELO SILVA, COM HOMENAGEM A JOÃO CARLOS PAES MENDONÇA, NO JCPM – RENATO RAMOS/JC IMAGEM
Marcelo Silva afirma que muitas empresas não sobrevivem após o falecimento ou saída do fundador, porque não preservam os valores dos fundadores. Além disso, é preciso ter cuidado com a governança, com os controles internos do caixa, do crescimento, da mistura entre os profissionais que vêm de fora com os próprios os familiares. Uma empresa familiar deve ter todos esses cuidados se quiser se perpetuar”, orienta.
TRAJETÓRIA DE MARCELO
Antes de estrear no varejo, Marcelo Silva atuou três anos em uma empresa internacional de auditoria. A história nas grandes redes varejistas começa no Bompreço, em 1978, quando foi diretor por 22 anos. Em 2002 fez as malas e foi para São Paulo trabalhar nas Pernambucanas, que estava trabalhando em um projeto de renovação. Depois de sete anos deu um voo ainda mais alto e foi parar na Magazine Luiza, no cargo de CEO. Ficou cinco anos até passar o bastão.

LANÇAMENTO DO LIVRO EMPRESAS FAMILIARES, DE MARCELO SILVA, COM HOMENAGEM A JOÃO CARLOS PAES MENDONÇA, NO JCPM – RENATO RAMOS/JC IMAGEM
O execitivo deu importantes contribuições ao varejo moderno brasileiro, tendo ajudado a implantar no País programas de governança setorial e melhoria de rastreabilidade como o Código de Barras. Ele também está engajado nos interesses das empresas do comércio, com a criação do Instituto do Desenvolvimento do Varejo, que presidiu e tornou um canal de difusão dos interesses das empresas brasileiras junto ao Governo.
Ele ambém é autor de outros dois livros: “Gente não é Salame” e “O que a vida me ensinou”. É todo esse baú de memórias e grandes histórias que Marcelo Silva tem para contar em “Empresas Familiares”, Editora Geração, 236 páginas.




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