Com localização estratégica e indústrias de grande porte, o município busca se consolidar entre os cinco maiores destinos juninos do Nordeste
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A cidade de Vitória de Santo Antão, localizada na Zona da Mata, projeta suas comemorações juninas não apenas como um evento festivo, mas como um motor estratégico de desenvolvimento econômico, com o tema “Vitória do Pé de Serra”.
Com a expectativa de atrair centenas de milhares de pessoas, a gestão municipal defende o formato de festival como um meio de valorizar artistas locais, integrar talentos nacionais e aquecer o comércio local, aproveitando a posição geográfica privilegiada da cidade.
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Planejamento e estrutura do festival
Segundo o prefeito Paulo Roberto, em entrevista à Rádio Jornal, o planejamento do evento é transversal, envolvendo a segurança, a saúde e a infraestrutura urbana para receber turistas de diversas regiões.
“A gente planeja um grande festival que é o festival junino, dando a possibilidade de você de qualquer região do estado de Pernambuco poder ir à cidade da Vitória de Santo Antão e ver um São João, um festival organizado no sentido de receber o turista, de mostrar a tradição”, afirma.
A escolha de manter a programação, inclusive nos dias de jogos da Seleção Brasileira, reflete uma estratégia de ocupação do espaço público e dinamização da economia. Para viabilizar a estrutura de grande porte, o município utiliza parcerias público-privadas pautadas em licitações e conformidade legal.
Desenvolvimento local
De acordo com a prefeitura, o foco da gestão tem sido construir um legado que ultrapasse o período eleitoral.
“Nós não pensamos só em externamente. Nós pensamos em fazer o intercâmbio, nós procuramos os saberes que as outras pessoas também têm para trazer para a nossa cidade e compartilhar”, ressalta o gestor sobre as iniciativas de educação e desenvolvimento local.
O prefeito destaca que a solidez econômica da cidade, que abriga indústrias de grande porte, é o que permite a realização de festividades sustentáveis.
“A maior obra da cidade foi o sentido de pertencimento, de ter o orgulho de ser vitoriense, de poder hoje andar nas ruas e ver jardins nas ruas e ver passagens elevadas, o tráfego calmo, ver os nossos equipamentos sendo apresentados como exemplos para o Brasil”, afirma.











