Segurança cibernética deve ser prioridade no mundo empresarial, afim de evitar golpes e crimes online e proteger os dados de seus funcionários
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Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
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O crescimento da economia digital brasileira transformou a segurança cibernética em uma das principais prioridades para empresas de diversos setores, não apenas aquelas atuantes na área de TI. A expansão dos serviços online e dos pagamentos digitais criou, sem dúvida, novas oportunidades de crescimento, mas também vulnerabilidades até então desconhecidas relacionadas à proteção de informações, que hoje são ativos muito importantes para golpistas e cibercriminosos.
Os ataques cibernéticos e os vazamentos de dados são fenômenos capazes de gerar consequências econômicas significativas para as empresas, afetando a reputação das marcas, a confiança dos consumidores e a continuidade proveitosa das atividades.
Enfrentar o aumento das ameaças digitais
O aumento vertiginoso das ameaças digitais levou muitas empresas brasileiras a aumentar os investimentos em segurança cibernética nos últimos tempos, com o objetivo de proteger infraestruturas, clientes e processos empresariais em um mercado cada vez mais dependente da tecnologia. Entre as empresas que mais investiram para atualizar e fortalecer suas defesas cibernéticas estão o Nubank, instituição financeira e de pagamentos fundada em São Paulo e atuante no setor de fintech; o Itaú Unibanco, que atua no setor de crédito e é o maior grupo bancário privado da América Latina, e o Mercado Livre, empresa digital que atua principalmente no comércio eletrônico e foi fundada na Argentina, mas hoje tem sede no Uruguai.
Empresas desse tipo gerenciam diariamente milhões de dados e transações como parte de seus negócios principais e certamente não podem deixar de se proteger. Dada a imensa quantidade de informações que circula diariamente na rede e a crescente presença de criminosos que tentam se apropriar delas, não é de se surpreender que empresas desse porte, que administram ativos financeiros e/ou dados confidenciais, tenham transformado a proteção das informações que transmitem em uma prioridade estratégica.
O papel do consumidor
Não se deve pensar que o papel de defesa e proteção dos dados reca exclusivamente sobre as empresas. Os consumidores têm um papel muito importante a desempenhar nesse cenário, provavelmente até mais relevante do que o das grandes corporações. A crescente atenção voltada para a segurança cibernética envolve, em primeiro lugar, justamente eles.
Com o aumento das atividades realizadas online, desde a gestão das finanças pessoais até o uso diário de plataformas digitais, é essencial utilizar ferramentas que permitam ter maior controle sobre a própria navegação e sobre a proteção dos próprios dados, independentemente dos protocolos e das medidas aplicadas pelas plataformas utilizadas.
Qualquer pessoa que deseje adquirir maior conhecimento sobre os mecanismos que sustentam a proteção online pode fazê-lo com facilidade. A guia da ExpressVPN cobre os pontos essenciais relacionados ao funcionamento de ferramentas como as VPNs e ao seu papel na proteção das conexões e dos dados pessoais dos usuários da internet. O texto explica como agir quando for necessário inserir informações confidenciais na internet, que possam atrair atenção indesejada.
Uma VPN, sigla para Virtual Private Network, é uma rede virtual que cria um túnel criptografado para proteger os dados dos usuários, ocultando seu endereço IP e permitindo uma navegação mais segura. Suas principais funções são a proteção da privacidade online, a defesa de dados e informações durante a navegação em redes Wi-Fi públicas — que tendem a ser inseguras — e a possibilidade de contornar bloqueios geográficos para acessar conteúdos estrangeiros não disponíveis no país de onde se acessa a rede.
Segurança cibernética e economia
A segurança cibernética parece realmente destinada a assumir um papel cada vez mais central na economia digital brasileira e global. O crescimento dos serviços online, da inteligência artificial e da quantidade de dados produzidos diariamente torna a proteção das informações uma necessidade, tanto para as empresas quanto para os usuários da internet.
A segurança na internet representa um pilar estratégico para a economia moderna. Ela pode proteger a continuidade dos negócios, prevenir perdas financeiras significativas decorrentes de bloqueios ou roubos de dados, relacionados, por exemplo, aos cada vez mais comuns ransomware, e transformar a segurança cibernética de um mero custo em um verdadeiro fator de confiança, resiliência e vantagem competitiva nos mercados globais.
Entre os principais benefícios de uma segurança difícil de ser violada, destaca-se uma maior confiança do cliente, já que o consumidor confiará mais em uma empresa à prova de hackers. Além disso, um gerenciamento adequado e seguro dos dados evitará danos à imagem e multas legais impostas pelas vítimas de possíveis ataques. Como se isso não bastasse, um alto nível de segurança cibernética garantirá a proteção da propriedade intelectual e dos segredos comerciais das empresas. Esses elementos representam, em muitos casos, o principal patrimônio dessas empresas.
Caso contrário, uma proteção ausente ou insuficiente pode resultar em perdas financeiras com altos custos de recuperação, que podem até se tornar insuportáveis no caso de violações de dados graves, ou em uma perda maciça de clientes. Estes, de fato, dificilmente confiarão em marcas que não garantam a proteção de seus dados pessoais.
Fique por dentro de todas as últimas notícias sobre tecnologias da informação no JC. Frequentemente abordamos temas como segurança online, cyberbullying e crimes digitais, além de desenvolvimento tecnológico. Nos tempos em que vivemos, a informática está presente em muitos aspectos da nossa vida. Assuntos como esses não podem mais ser negligenciados ou menosprezados.













