Varejo de Pernambuco abre 2026 com alta de 5,5% e lidera crescimento anual no Brasil

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Varejo de Pernambuco abre 2026 com alta de 5,5% e lidera crescimento anual no Brasil



Na comparação interanual, Pernambuco assumiu a liderança nacional com o maior crescimento em relação a janeiro de 2025, atingindo a marca de 11,4%

Por

JC


Publicado em 11/03/2026 às 14:34

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O comércio varejista de Pernambuco iniciou o ano de 2026 com um desempenho de destaque no cenário nacional, apresentando um crescimento expressivo no volume de vendas. De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (11) pelo IBGE, o Estado registrou uma alta de 5,5% em janeiro na comparação com o mês de dezembro de 2025, superando a retração de 1,1% verificada no período anterior. Com esse resultado, a média móvel trimestral para o varejo pernambucano encerrou o período com um índice positivo de 1,86%.

LIDERANÇA DE PERNAMBUCO

Na comparação interanual, Pernambuco assumiu a liderança nacional com o maior crescimento em relação a janeiro de 2025, atingindo a marca de 11,4%. Esse avanço colocou o Estado à frente de Rondônia e do Distrito Federal no ranking de variações anuais. No entanto, ao analisar o acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento é mais moderado, situando-se em 2,9%, reflexo de baixas ocorridas em março e agosto do ano passado.

O setor financeiro também acompanhou a tendência de alta, com a receita nominal de vendas em Pernambuco avançando 5,1% em relação a dezembro e 14,3% frente ao mesmo mês do ano anterior. Quando observado o varejo ampliado — que inclui os setores de veículos e materiais de construção —, o Estado manteve-se em posição privilegiada, ocupando o terceiro lugar no ranking nacional de receita nominal com um crescimento de 3,3%, ficando atrás apenas de Tocantins e Ceará.

Apesar do otimismo geral, os dados setoriais revelam comportamentos distintos. O segmento de veículos, motocicletas, partes e peças apresentou alta de 3,3% na comparação com janeiro de 2025, embora ainda enfrente uma retração de 3,4% no acumulado de 12 meses. Já o comércio de materiais de construção registrou um recuo de 4,9% no volume de vendas em relação ao ano anterior, mantendo uma trajetória levemente negativa no acumulado anual. 



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