Modelo fixa como meta apenas a arrecadação de receitas transformando o governo da maior potencial econômica e militar do mundo numa tesouraria
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Foi assim: quando o governador Jarbas Vasconcelos fechou a venda da Celpe para o hoje grupo Iberdrola, a oposição irada reclamava de que Pernambuco estava abrindo mão de sua jóia da coroa estatal em troca de um punhado de dinheiro. E perdendo o poder político de atuar em programas como o do Luz no Campo idealizado por Miguel Arraes e que, aliás, virou referência para o atual Luz para Todos, de Lula.
No meio dos debates, um deputado da base governista segredou ao correligionário: Jarbas está se livrando de uma companhia cheia de problemas e virando sócio do apurado dela recebendo, todo mês, 25% de ICMS.
La vem o cobrador
Vinte e cinco anos depois (a Celpe foi privatizada em 17 de abril de 2000), Donald Trump está virando sócio de milhões de empresas ao redor do mundo ao passar a cobrar entre 10% e 50% turbinando a arrecadação do estado americano espremendo o lucro das empresas que se organizaram ao longo de décadas para vender no melhor mercado do mundo.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
Elas que agora serão obrigadas a conviver com o “sócio” indesejado que fala gritando e cobra pedágio no pé da nota fiscal embolsando pelas estimativas iniciais algo próximo a US$ 50 bilhões. O que significa dizer R$ 600 bilhões/ano que o tesouro americano sequer cogitava até a posse do presidente em 20 de janeiro.
Fonte de receitas
Nesta quinta-feira, o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, confirmou o valor que o governo americano espera arrecadar por mês em receitas tarifárias, à medida que tarifas mais altas sobre importações de dezenas de países entrem em vigor.
O que chama atenção nessa nova postura comercial da Era Trump 2.0 não é a conhecida capacidade dos americanos em se apresentarem numa negociação com rigorosamente todos os possíveis efeitos e um batalhão de assessores, mas a definição de taxas sem muito embasamento técnico. Aparentemente fixadas aleatoriamente pelo próprio Donald Trump que vai anunciando percentuais que depois são reduzidos ou aumentados de acordo com o que ele julga necessário.

Donald Trump implantou um novo odelo de taxação internacional. – Divulgação
Critério aleatório
Parte dos elementos que ajudam ao presidente americano a definir uma taxa tem a ver com geopolítica, visão do que ele imagina ser o país vendedor, impacto no mercado interno e suas preferências políticas com os dirigentes dos países. Mas ná se observa nada muito elaborado. Como no caso do Brasil que os critérios de definição racional passam a dezenas de casas decimais. Mas nos levou a fixação da taxa de 50%.
Talvez a melhor imagem de como Trump define seu modelo de gestão ancorado na cobrança de taxas adicionais seja a sua apresentação nos jardins da Casa Branca quando apresentou uma tabela feita sem qualquer cuidado visual.
Aquilo deve ter feito corar os designers do governo que sempre entregam ao mundo governamental nas copnversa de Washington peças gráficas bem elaboradas e impecáveis que até viraram tendência nos documentos públicos ao redor do mundo.
Tabela de colegial
Mas a tosca tabela de Trump assustou o mundo do mesmo jeito. E sinalizou uma nova ordem que nesta quarta-feira (6) se materializou e já está valendo, literalmente, mundo afora.
Governos e entidades (especialmente no Brasil) têm se esforçado para dizer que os percentuais foram obtidos depois de complicadas negociações, análises de risco de cenários, repercussão de longo prazo no mercado interno americano e até explicações sobre os efeitos geopolíticos.
Tem sido comum revelar que os presidentes passaram horas negociando quando o resultado nem sempre explica muito. Talvez União Européia e Japão tenham, de fato, trabalhado muito. Mas a maioria dos países não negociaram nada. Foram comunidados e priu!
O caso Brasil
O Brasil é um caso especial porque tem o elemento político Jair Bolsonaro. Mas, sejamos honestos. Até agora, a escolha dos 694 itens que não terão taxação foi resultado de uma pressão dos compradores americanos. O Brasil foi comunicado.
Ninguém discutiu esse ou aquele item. Prova disso é que não foi incluído mais nenhum outro produto. Porque não existe determinação de Trump para aumentar a lista e secretário de Trump cumpre tarefa.
Isso quer dizer que o Brasil terá que esperar na fila até que a conversa seja autorizada, se for. É difícil acreditar que o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, vá iniciar uma conversa que, no futuro, ajudaria a preparar o terreno para uma possível reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente norte-americano, Donald Trump. Com o que Lula está dizendo nas suas falas? Nem pensar.

Presidente Lula da Silva, durante 5ª Reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável. – Foto: Ricardo Stuckert
Cuidar do prejuízo
Então, talvez o mais racional seja mais o governo brasileiuro ver como vai usar os R$30 bilhões do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) como fonte de recursos para operações de crédito com juros mais baixos a setores afetados pelo tarifaço.
O ministro apresentou um projeto que, segundo ele, vai ser ancorado em análises do CNPJ de modo a tentar ajudar a quem, de fato, precisa com mais urgência. É uma boa ideia.
Todo mundo elogiou a conduta do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, mas o que ele pode fazer além de receber brasileiros se queixando?
Ofertar o que?
Nos últimos dias, parece claro que um caminho que pudesse nos levar a alguma conversa fosse a oferta de produtos e mercados brasileiros aos americanos.
Mas o que é que o Brasil deseja colocar na mesa? O que ficou claro até agora é que os países que negociaram alguma redução de tarifas ofereceram acessos a empresas americanas e investimentos nos Estados Unidos.
Então, se o Brasil deseja alguma conversa que possa ser chamada de negociação terá que achar e oferecer alguma prenda que seja atrativa ao governo Trump. Mas a pergunta continua: O que temos a oferecer?
Sem ter ofertas
Talvez a nossa peculiaridade na questão politica seja não ter o que oferecer mesmo. Redução da tributação das bigtechs? Acesso a contratos privados de terras raras? Investimentos de empresas brasileiras nos Estados Unidos? Acesso do etanol americano? Uma redução geral das tarifas que hoje nós aplicamos nas nossas vendas? Quem sabe?
Poderia ser numa conversa “normal” com um Trump sempre interessado em levar alguma vantagem financeira. Seria se já houvesse alguma proposta na mesa. Mas com Lula insistindo em juntar os Brics há perspectivas de algum relacionamento?
Bom, se o fiel parceiro Narendra Modi, da Índia, Trump aplicou uma taxação de 25% porque o país compra petróleo da Rússia? Imagina o que devemos esperar com Lula cuspindo brasa?

Brasil começa a fazxer as contas das medidas do tarifaço. – Divulgação
Tamanho do tarifaço
Um levantamento inédito da CNI tentando fazer um raio-x de como ficarão as exportações brasileiras aos Estados Unidos, principal destino das vendas da indústria de transformação nacional e considerando todas as tarifas adicionais impostas pelo governo de Donald Trump ao Brasil mostra que 77,8% da pauta exportadora está sujeita a alguma taxação adicional; Considerando as ordens executivas que instituíram as tarifas de 10%, de 40% e a Seção 232 do Trade Expansion Act, de 25% e 50%, aplicadas exclusivamente a produtos de aço, alumínio, cobre, veículos e autopeças. Mais a verdade é que metade das exportações enfrentarão sobretaxas de 50%.
Energia em pauta
O deputado Fernando Bezerra Filho, relator da MP 1.300 é o convidado do LIDE Energia, dia 18, para uma conversa com o setor num momento difícil sobre reformas no setor elétrico e a nova tarifa social.
A agenda, exclusiva para membros do LIDE e convidados especiais, será num café da manhã no Mar Hotel Conventions.
State of Data
Ficou pronta a pesquisa “State of Data 2024 – 2025”, que ouviu mais de 5 mil profissionais brasileiros de dados e inteligência artificial entre outubro e dezembro do ano passado.
Ela revela um setor altamente aquecido, com aumento de salários, maior adoção de IA Generativa e desafios contínuos nas tendências de tecnologia e retenção de talentos e diversidade mostrando em áreas como Marketing, Educação, Saúde o uso da IA e atendimento ao cliente é uma realidade.
Endividados
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada mensalmente pela CNC, revela que a inadimplência do consumidor atingiu o maior patamar desde setembro de 2023, chegando a 30,2% da população brasileira declarar não ter condições de pagar as dívidas.

Edifício que está sendo restaurado na Dona Maria César, nº 70, no Recife Antigo para abriga ro NERD. – Yacy Ribeiro
Luck Receptivo
Com mais de 60 anos de atuação e presença consolidada em 15 destinos do Nordeste, a Luck Receptivo foi reconhecida como a “Melhor Empresa de Receptivo do Brasil”, no famoso prêmio Globo de Ouro do Turismo 2025, uma das premiações mais relevantes do setor realizada em Curitiba. O diretor comercial Guilherme Luck representou a empresa.
Nerd no Recife Antigo
A restauração do imóvel n.º 70, da Dona Maria César, nº 70, no Recife Antigo para sediar o Núcleo de Empreendedorismo e Residencial Digital (NERD), numa iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação com apoio da Finep e Porto Digital e ao custo de R$ 18,5 milhões, marca a recuperação de mais um imóvel historico no bairro.
É importante porque reforça a tendência de ocupação dos edifícios do bairro com atividades modernas e estruturadoras. Ajuda a acelerar estratégias, atrair empreendedores, investimentos e formação profissional na área de TI.
Saco do pão
O empresário pernambucano Raphael Mattos, comemora os 10 anos da PremiaPão, uma referência no segmento de microfranquias é marcado pelo modelo inovador de transformar saquinhos de pão em veículos de mídia impressa.
A rede conquistou franqueados em 10 estados brasileiros e vem se destacando ainda mais, tanto pelo compromisso com a sustentabilidade – utilizando papel biodegradável e promovendo o plantio de mais de 1.200 árvores nativas ao longo dos anos.
A franquia permite investimento inicial a partir de R$?8.000 com retorno médio entre 1 a 4 meses e está em 153 padarias de 10 estados do Brasil
Supervisor Tá On
A operadora de Turismo da Azul, a Azul Viagens, realizou, esta semana em Pernambuco, a segunda edição do Supervisores Tá On, evento que reuniu mais de 100 agentes líderes, supervisores e gerentes de vendas das lojas da marca em todo o Brasil no Enotel Resort, em Porto de Galinhas (PE).
O foco na capacitação dos participantes, incentivo de troca de experiências e alinhamento estratégico entre as lideranças comerciais. A primeira edição do Supervisores Tá On, foi realizada em Comandatuba, na Bahia, em 2023.
Boteco do Plaza
Neste sábado (9) e domingo (10), das 16h às 22h, no Jardim do piso L2 tem Festival de Boteco do Plaza com programação para divertir toda a família, incluindo área gastronômica, bar para diversos tipos de bebidas, apresentações de artistas locais e atividades infantis para garantir que a alegria seja completa.
Tudo com acesso livre/gratuito. O fechamento, no domingo (10), será com o agito de Madeira Delay. As atrações principais iniciam o som a partir das 19h30.
Hering outlet
Liderada pela a empresária Sara Verissimo a marca de moda feminina, masculina e infantil Hering inaugura operação no formato outlet no Shopping Costa Dourada. A unidade trabalha com moda masculina e feminina.

Evento reune associado da Associação dos Notários e Registradores de Pernambuco – Divulgação
Registradores
Nos dias 19 e 20, das 14h às 17h, no Auditório do Empresarial Isaac Newton, na Ilha do Leite, tem o curso sobre os impactos da nova legislação tributária na atividade notarial do advogado e professor Eric Castro e Silva, especialista em Direito Tributário, e a vice-presidente do Conselho Federal de Contabilidade, Dorgivânia Arraes.
A iniciativa foi do presidente da Associação dos Notários e Registradores de Pernambuco (Anoreg-PE), André Villaverde.

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-navio-futurista-recolhend-2936435880.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-pequena-construcao-neocla-2934953675.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-modem-antigo-sobre-uma-me-2934963629.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)






/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-navio-futurista-recolhend-2936435880.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-pequena-construcao-neocla-2934953675.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)
