O programa Juntos Pela Segurança obtém resultado expressivo e apresenta a menor estatística de mortes violentas em mais de duas décadas
JC
Publicado em 07/05/2026 às 0:00
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O caminho ainda é longo, mas a queda nas estatísticas de mortes violentas em Pernambuco vem sendo registrada, pela contagem oficial, nos últimos anos. Em 2025, foram mais de 3 mil, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em número alto que representou, no entanto, a menor quantidade em uma década. Esse tipo de ocorrência é a que soma homicídios com intenção de matar, feminicídios, latrocínios e lesões corporais que causam a morte da vítima. Continuamos habitando um dos estados mais violentos do país, nesse quesito, mas o avanço das políticas de segurança pública começa a mostrar efeito, e entra em sintonia com a redução das mortes violentas em todo o território nacional.
De acordo com o Ministério da Justiça, a estatística oscila entre 5,3 mil mortes violentas em 2017, a 3 mil em 2025. Desde 2015, foram perdidas pela violência mais de 41 mil vidas, o que dá uma média acima de 3,7 mil por ano. Os números contundentes demandam ações impactantes na área de segurança, tanto para a proteção dos cidadãos, quanto para conter o crime organizado, responsável por parte considerável desses óbitos. Quanto menos mortes violentas, maior a sensação de segurança na população em geral, e menos disseminada a impressão de falta de controle do poder público sobre a criminalidade.
Novos dados do governo estadual trazem outra importante conquista. Nos primeiros quatro meses de 2026, o número de assassinatos foi de 942, o mais baixo para o período desde 2004, portanto em mais de 20 anos. É a primeira vez que a contabilidade da violência fica abaixo de 1 mil mortes no primeiro quadrimestre de um ano. Para o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, o resultado “é reflexo de investimentos robustos na ampliação do efetivo, em equipamentos e tecnologia, somados às ações ostensivas, repressivas e de inteligência”. O destaque para o que vem sendo realizado é obrigatório, mas é preciso manter a rota e o fluxo de investimentos, pois a meta do programa do atual governo Raquel Lyra, de redução de 30% em relação a 2022, ficou próxima de ser alcançada – naquele ano, foram 1.282 mortes. A violência segue alta, e a necessidade do combate firme e contínuo à criminalidade deve permanecer como prioridade, seja quem for que se sagrar vitorioso nas urnas em outubro. Afinal, a insegurança está na lista de preocupações de todos os pernambucanos.
Em relação aos feminicídios, a redução foi maior: de 38 para 24 mulheres assassinadas, ou quase 37% a menos este ano, em comparação com o primeiro quadrimestre de 2025. O serviço digital 197 Mulher, lançado pelo governo do Estado, ainda não teve a adesão esperada das vítimas de violência doméstica, que podem utilizar a plataforma para solicitar proteção urgente e orientações diante de ameaças. Mesmo assim, as campanhas de denúncia e prevenção ao feminicídio parecem, enfim, começar a ter boas consequências.
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