Julgamento começa às 10h desta terça-feira (15) e terá relatório de André Mendonça, manifestação da PGR e votação dos ministros
Fagner Clemente
Publicado em 14/09/2026 às 20:18
| Atualizado em 14/09/2026 às 21:48
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*Com informações da Agência Brasil e site oficial do STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (15), a partir das 10h, sessão extraordinária para analisar o relatório da Polícia Federal sobre supostas conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
De acordo com o rito definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta com a leitura da ata da reunião anterior e as saudações aos ministros. Em seguida, Fachin chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório.
Na sequência, a Procuradoria-Geral da República (PGR) terá a palavra. Depois da manifestação da procuradoria, será iniciada a votação.
O caso chegou a Fachin após Mendonça informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Vorcaro. O STF ainda não confirmou se Moraes participará da sessão. A presença do ministro Dias Toffoli também não foi confirmada.
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Acesso e segurança
Por causa da capacidade limitada do Plenário, o acesso presencial será restrito às pessoas credenciadas. Os profissionais de imprensa terão acesso à marquise do prédio do STF, onde será montada uma estrutura com telões, cadeiras e mesas. A sessão será transmitida ao vivo pelo canal do STF no YouTube e retransmitido pelo JC Play.
Todos os pontos de entrada contarão com portais detectores de metais e equipamentos de raio X. Para a entrada no local, todos deverão passar pelos procedimentos de inspeção de segurança.
Na entrada do Plenário, serão disponibilizadas sacolas de segurança do tipo lacre para os celulares, que deverão permanecer lacradas e desligadas durante toda sessão. O rompimento do lacre no interior do Plenário poderá resultar na retirada do responsável do local.
O planejamento de segurança está sendo realizado de forma integrada entre a Secretaria de Polícia Judicial, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, o Comando Militar do Planalto, as Forças Armadas, o GSI, a Abin, as forças de segurança do DF e os demais órgãos envolvidos.
A atuação conjunta contempla compartilhamento de inteligência, avaliação de riscos e definição coordenada de efetivos, áreas de responsabilidade, revisões, bloqueios, restrições do espaço aéreo e monitoramento de drones. O STF integra essas instâncias de cooperação e adotará, em sua área de responsabilidade, as medidas de reforço oportunas.
A Esplanada dos Ministérios estará fechada na altura das bandeiras durante a sessão.
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