Criada por Mindy Kaling, a série “Inapropriados para o Trabalho” integra uma trilogia sobre a passagem para a vida adulta —formada também por “Eu Nunca…”, ambientada no ensino médio, e “A Vida Sexual das Universitárias”, na faculdade—, todas inspiradas em experiências de sua juventude. Desta vez, a trama acompanha cinco jovens ambiciosos na faixa dos 20 anos enquanto tentam construir carreiras, cultivar amizades, viver romances e descobrir quem são em meio ao ritmo frenético de Nova York.
Onde ver: Disney+, 16 anos
Os Escolhidos da Beleza
Onde ver: HBO Max, 14 anos
Série documental que investiga uma estranha seita de supermodelos dos anos 1980, liderada por Frederick von Mierers, que se dizia ser um alienígena do planeta Arcturus. A produção revela esquemas e táticas de controle psicológico.
Sullivan’s Crossing – Um Lugar para Recomeçar
Onde ver: Globoplay, 14 anos
Ambientada na Nova Escócia, no Canadá, Morgan Kohan e Scott Peterson protagonizam a série sobre relações familiares, que chega à segunda temporada. O personagem de Peterson, Sully, sofreu um AVC, e a protagonista, Maggie, vai precisar redefinir o rumo de sua vida pessoal e profissional.
Coleção Rocky
Onde ver: Netflix, 12 anos
Ao longo de seis filmes, todos disponíveis na plataforma, a saga de Rocky Balboa acompanha a trajetória de um boxeador humilde da Filadélfia que se transforma em campeão mundial. Ele enfrenta rivais históricos, crises financeiras e perdas, mas se torna um símbolo de superação e resistência.
Provoca
Onde ver: TV Cultura, 22h30, livre
Marcelo Tas entrevista a comediante Giovana Fagundes, que fala sobre como transformou temas ligados à masculinidade e ao universo “red pill” em material para o palco. Ela também reflete sobre seu humor provocador, que usa como ferramenta de crítica.
Megamarcas que Mudaram o Mundo
Onde ver: History, 22h50, livre
Na estreia da terceira temporada, o episódio “O Mundo na Palma da Mão” acompanha a corrida travada por gigantes da tecnologia, como a IBM, para desenvolver os primeiros dispositivos portáteis. A disputa culmina em uma inovação que transformaria a vida cotidiana: o smartphone, da Apple.












