Deste total, R$ 8,7 bilhões são recursos do Tesouro e R$ 1,7 bilhão provêm de outras fontes; Lei Orçamentária Anual (LOA) foi aprovada na Câmara
JC
Publicado em 28/11/2025 às 12:48
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A prefeitura do Recife terá um orçamento de R$ 10,5 bilhões em 2026, montante 7,08% maior que o previsto para 2025, segundo a Lei Orçamentária Anual (LOA) aprovada pela Câmara Municipal. Deste total, R$ 8,7 bilhões são recursos do Tesouro e R$ 1,7 bilhão provêm de outras fontes.
A LOA detalha que a maior parte dos recursos oriundos do Tesouro Municipal representam o núcleo central, totalizando R$ 7,67 bilhões, impulsionadas sobretudo por impostos e taxas (R$ 3,97 bilhões) e pelas transferências correntes (R$ 3,18 bilhões).
As operações de crédito aparecem como principal fonte entre as receitas de capital, chegando a R$ 936 milhões, enquanto outras origens, como alienação de bens, amortização de empréstimos e receitas patrimoniais, têm impacto mais moderado no total projetado.
O orçamento de 2026 mostra forte concentração de despesas em áreas estruturantes da cidade. Urbanismo lidera com R$ 2,31 bilhões, impulsionado por mais de R$ 1 bilhão em destinação. Em seguida aparece Educação, com R$ 1,96 bilhão. A Saúde soma R$ 1,24 bilhão do Tesouro e mais R$ 859 milhões de outras fontes.
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As despesas também destinam recursos importantes para áreas transversais da gestão. Encargos especiais ultrapassam R$ 732 milhões, enquanto Administração absorve R$ 874 milhões. A Assistência Social aparece com cerca de R$ 211 milhões somados entre as fontes, e a Previdência Social movimenta mais de R$ 900 milhões considerando Tesouro e administração indireta.
A votação que definiu o orçamento ocorreu na última terça-feira (25) na Câmara Municipal. A matéria seguiu para sanção do prefeito João Campos (PSB).
LOA foi aprovada por unanimidade
A proposta enviada pelo Executivo tramitou com intenso debate. Desde sua chegada ao Legislativo, recebeu 198 emendas, das quais 67 foram aprovadas, e obteve voto unânime dos vereadores nas duas rodadas de discussão.
O governo municipal afirma que o orçamento permitirá ampliar investimentos estratégicos e manter áreas essenciais, como saúde e educação.
“O Recife entra em 2026 com um orçamento sólido e responsável. Esse avanço nos permite manter saúde e educação acima dos mínimos constitucionais e ampliar investimentos em infraestrutura, habitação e contenção de encostas, sempre com transparência e diálogo com a Câmara e com a população”, comentou o vereador Samuel Salazar (MDB), líder do governo e presidente da Comissão de Finanças e Orçamento.
Apesar da aprovação unânime, vereadores da oposição criticaram a quantidade de emendas rejeitadas. O vereador Eduardo Moura (Novo) foi o primeiro a discutir o PLE 27/2025, lamentando que apenas 3 das 46 emendas apresentadas por ele foram acolhidas.
Segundo o parlamentar, suas sugestões destinavam recursos para melhorias estruturais, compra de equipamentos em unidades de saúde e ações voltadas à educação infantil.
“Todas as minhas emendas foram elaboradas a partir de fiscalização que fiz nas unidades de saúde. Mesmo assim, quero agradecer ao importante trabalho realizado pelo vereador Samuel Salazar”, afirmou.
Líder da oposição, o vereador Felipe Alecrim (Novo) também ocupou a tribuna e teve todas as suas três emendas aprovadas, voltadas às áreas de assistência social, saúde e educação.
“As nossas emendas são para transformar a condição da nossa cidade e afetar positivamente a saúde, a educação e fazer a diferença na vida das pessoas”, afirmou.


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