A deputada Dani Portela (PSOL) disse ter mapeado mais de 300 perfis falsos que estariam atacando 17 oposicionistas; Estado rebate acusações em nota
Túlio Feitosa
Publicado em 13/08/2025 às 23:58
| Atualizado em 14/08/2025 às 0:21
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O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto (PSDB), acusou a existência de uma suposta “milícia digital” criada para realizar ataques coordenados contra parlamentares da Casa.
Em um pronunciamento durante a sessão plenária, Porto não citou o Governo do Estado ou a governadora Raquel Lyra, mas acusou funcionários da Casa Civil e exigiu respeito ao Legislativo e afirmou que a Justiça será acionada para apurar o caso.
“Essa milícia digital está vindo da Casa Civil. E em nome dessa casa, eu exijo respeito. Isso vai ser apurado”, declarou o presidente da Alepe.
Porto ainda afirmou que o caso será levado à Justiça para a devida apuração e responsabilização dos envolvidos.
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Em um recado direto aos supostos autores dos ataques, Porto ameaçou se pronunciar em breve na tribuna.
“São em torno de 18 deputados que vão sendo atacados, mas a Justiça vai tomar conta e, no momento certo, eu vou para essa tribuna. E não vou falar como presidente, não. Lá, vai ser o deputado Álvaro Porto. E essa milícia digital, esses canalhas que estão fazendo isso vão ter a resposta, porque não sabem com quem mexeram”, completou.
Em nota, o Governo do Estado negou fomentar “qualquer tipo de ataque pessoal, disseminação de informações falsas ou uso indevido de recursos públicos” para fins voltados ao que fosse institucional.
“O canal em questão servia tão somente para a divulgação de ações do Governo, sem ofensas ou mesmo menções a grupos políticos”, comunicou a Secretaria de Comunicação do Governo de Pernambuco.
“O compromisso da gestão é com a transparência, a ética e o respeito à sociedade pernambucana”, concluiu em nota.
CPI é instaurada na Alepe
As denúncias sobre a rede de ataques foram levantadas na tribuna por diversos parlamentares. A deputada Dani Portela (PSOL) afirmou ter mapeado mais de 300 perfis falsos que estariam atacando ela e outros 16 deputados.
A principal suspeita levantada pelos parlamentares é a de que a rede de ataques estaria sendo financiada com dinheiro público e teria ligações com a Secretaria da Casa Civil do Governo do Estado. Álvaro Porto endossou a gravidade da suspeita.
O estopim para a intensificação dos ataques teria sido o recente pedido de abertura da “CPI da Publicidade”, protocolado pela oposição para investigar os gastos do governo estadual com comunicação.
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