CINEMA
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‘Comissão fílmica’ é uma espécie de escritório governamental que busca apoiar a produção audiovisual; iniciativa é parceria entre Adepe e Secult-PE
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Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
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Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
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Pernambuco irá ganhar a sua primeira “film comission“ (ou comissão fílmica), termo usado para escritórios governamentais que apoiam à produção audiovisual no sentido de facilitar e desburocratizar projetos, realizando uma interface entre produtores e as instâncias governamentais e privadas de uma região.
Além disso, estimulam investimentos, movimentação econômica e geração de empregos nas localidades onde são implantadas.
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A iniciativa é uma parceria da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe) com a Secretaria de Cultura do Governo do Estado, que resultou na criação de um Grupo de Trabalho na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Audiovisual, responsável pela implementação da comissão.
O Governo não divulgou uma data do início da atuação.
Otimização

Imagem de reunião sobre Pernambuco Film Commission, com representes da Secretaria de Cultura e Adepe – DIVULGAÇÃO
A secretária de Cultura, Cacau de Paula, ressalta que a iniciativa visa potencializar a regionalização do cinema produzido no Estado.
“O nosso objetivo é que o setor do audiovisual participe ativamente das definições e planejamentos da Pernambuco Film Commission, otimizando, desta forma, ainda mais a democratização do acesso a todas as etapas da produção e da difusão de filmes entre os produtores do audiovisual de Pernambuco”, ressalta.
Setor em crescimento
Em 2023, a Ancine emitiu o Certificado de Produto Brasileiro (CPB) para um número recorde de 3.740 produções; entre 2015 e 2018, o setor gerou R$ 26,7 bilhões para a economia do país.
Camila Bandeira, diretora-geral de Promoção da Economia Criativa da Adepe, diz que a notoriedade do audiovisual pernambucano é importante para e economia criativa do Estado.
“É um setor reconhecido nacionalmente e também no exterior pelo seu vigor criativo, seus modos de produção e suas autoralidades, qualidades de grande potencial para o mercado de produção audiovisual”, diz.
Cinema premiado

Diretor pernambucano Gabriel Mascaro foi premiado com o Urso de Prata – John MACDOUGALL / AFP
Com vocação crítica, autoral e independente, o audiovisual pernambucano se destaca pela expressiva presença de produtoras que vêm chamando atenção pela qualidade artística de seus filmes.
Essa força criativa tem rendido reconhecimento internacional em festivais de prestígio, como Cannes, Berlim e Veneza.
Desde a retomada nos anos 1990, o Estado emplacou sucessos como “Amarelo Manga” (2002) e “Febre do Rato” (2011), de Cláudio Assis; “Árido Movie” (2006), de Lírio Ferreira; “Cinema, Aspirinas e Urubus” (2005), de Marcelo Gomes; além dos longas de Kleber Mendonça Filho, como “Aquarius” (2016), e “Bacurau” (2019).
Neste ano, “O Último Azul“, do cineasta pernambucano Gabriel Mascaro, conquistou o Urso de Prata no 75º Festival de Berlim.

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