Orçamento do estado terá incremento de R$2,5 bi com aprovação da LOA esta quinta-feira

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Orçamento do estado terá incremento de R,5 bi com aprovação da LOA esta quinta-feira



A tarde desta quarta-feira foi de celebração na Alepe e no Palácio do Campo das Princesas que viveram uma dura queda de braço de dezembro até agora

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Além de possibilitar à governadora Raquel Lyra remanejar até 20% do orçamento deste ano, o projeto de lei a ser votado pela Assembleia Legislativa esta quinta-feira, após acordo entre os Poderes Legislativo e Executivo, intermediado pela Associação Municipalista de Pernambuco, vai representar, de imediato, um aumento de R$ 2,5 bi ao Orçamento de 2026. A proposta orçamentária anual enviada à Alepe em dezembro de 2025 foi de R$ 60,7 bi mas com o acréscimo acima passará a R$ 63 bilhões e 200 milhões. A informação é do secretário estadual de planejamento, gestão e desenvolvimento regional, Fabrício Marques.

Como a LOA (Lei Orçamentária Anual), que rege o orçamento e sua execução, passou 110 dias para ser aprovada – o normal era que isso tivesse acontecido ainda no mês de dezembro, como ocorreu nos demais estados brasileiros – Pernambuco, segundo Fabrício Marques, ficou impedido de acrescentar à receita estadual recursos do Fundef, Fundeb, do Fundo Nacional de Segurança Pública e do SUS que só poderiam ser anexados com a vigência do novo orçamento pois foram disponibilizados, como é comum acontecer, após o fechamento das contas do ano de 2025 e início da execução do orçamento de 2026. Como a proposta orçamentária anual é enviada ao Poder Legislativo antes do encerramento do ano, esta operação não pode ser feita em janeiro, como acontece normalmente.

A falta desses recursos, porém, não foi o único prejuízo que o estado teve durante o travamento da pauta legislativa depois que a oposição reduziu para 10% o percentual de remanejamento do orçamento sem explicação plausível quando os demais estados, e até mesmo Pernambuco, sempre aplicaram o percentual de 20%, que agora será resgatado. Estão também em atraso recursos que o estado destina aos municípios através de convênios para garantia de obras e serviços e para dar suporte às festividades juninas que são uma fonte de receita considerável para as cidades do interior. Também tinha ficado sem solução a necessidade de aporte de recursos para a aquisição de fertilizantes pelos produtores de cana de açúcar que atravessam séria crise decorrente do tarifaço dos Estados Unidos.



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