Milei manda ao Congresso reforma eleitoral que acaba com primárias e impõe ficha limpa

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Milei manda ao Congresso reforma eleitoral que acaba com primárias e impõe ficha limpa



Ponto mais polêmico da reforma é futuro das primárias abertas, eleições prévias simultâneas e obrigatórias dos partidos, segundo a imprensa argentina

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O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou nesta terça-feira, 21, que enviará a proposta de reforma eleitoral ao Congresso na quarta-feira. O projeto busca eliminar as primárias argentinas, alterar o financiamento das campanhas e implementar o mecanismo da ficha limpa.

“Acabou a impunidade. Acabou a farsa. Viva a liberdade, caramba” afirmou o presidente argentino em uma postagem no X.

Segundo o jornal argentino La Nación, a reforma eleitoral argentina ganhou contornos mais definidos na sexta-feira, durante uma das últimas reuniões do comitê político do governo Milei. No encontro, foram estabelecidos os pontos centrais da proposta. Entre eles, a chamada política de “recomeço”, mecanismo que permite partidos em crise se reorganizarem sob novas siglas, o que blocos de oposição exigem como condição para apoiar a reforma.

Em relação ao mecanismo de ficha limpa, o projeto defende que indivíduos que estão “excluídos do cadastro eleitoral em virtude das disposições legais vigentes” pessoas processadas por genocídio, crimes contra a humanidade, crimes de guerra e violações dos direitos humanos, entre outros atos, não podem ser candidatos, segundo o La Nación.



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