Com a redução do custo, as placas fotovoltaicas passaram a fazer parte das paisagens urbanas, saltando de 1% para 6% da matriz energética global
Publicado em 12/11/2024 às 0:00
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O uso do carvão e do gás natural ainda respondem por mais da metade da matriz energética no mundo. Mas o crescimento da energia solar na última década vem conquistando espaço em diversos países. De acordo com a organização SolarPower, entre 2015 e 2024 o aumento desse tipo de fonte limpa passou de 1% a 6% no mundo. Somente no ano passado, quase 450 GW (gigawatts) foram instalados no planeta, significando um crescimento de 38% e elevando a produção solar global para mais de 1.600 GW. No atual passo, segundo os especialistas, é possível que em 2028 a capacidade de geração de energia solar na Terra ultrapasse 5.000 GW.
Mesmo em países de pouca incidência de luz do sol durante o ano, como a Alemanha, o custo de implantação das placas fotovoltaicas é menor do que o gasto em usinas nucleares, a gás ou carvão, como aponta reportagem publicada no DW, reproduzido no UOL. Se antes a questão financeira era um impeditivo, agora a economia é aliada da energia limpa que vem da estrela que nos proporciona a vida. No Brasil, a localização geográfica privilegiada para a incidência solar favorece ao investimento de grandes parques solares, bem como da adoção em pequena escala, na cobertura de prédios e residências. O avanço da tecnologia e a disseminação de equipamentos chineses mudou, em poucos anos, o cenário de mercado para a energia solar.
Apenas na China, foram implantados 253 GW em 2023, e este ano devem ser mais 300 GW. Calcula-se que 10% da demanda no gigante asiático esteja atualmente coberta pela luz solar, dependendo em mais de 60% do carvão, o que faz do país um dos maiores emissores de CO2 – e portanto, da poluição que tem causado as mudanças climáticas, elevando a temperatura média planetária. A produção mais barata de placas fotovoltaicas é crucial para que os chineses consigam acelerar a sua transição energética. Com a tecnologia mais acessível, a energia solar sai da China e pode es espalhar mais facilmente no mundo inteiro.
O Brasil possui apenas 39 GW, que correspondem a 11% da matriz nacional. Nos Estados Unidos, a capacidade instalada é quatro vezes a brasileira, mas representa 6% da matriz, assim como no México. Na Austrália, os 36 GW disponíveis de luz do sol transformada em energia responde por 15% da demanda da população. Em países como a Espanha, a Holanda e a Grécia, a participação chega a 21%. O estímulo a empreendimentos para a geração fotovoltaica pode disparar nos próximos anos, com a pressão ambiental pela transição energética. É imprescindível, contudo, tratar a questão com responsabilidade e transparência, fortalecendo a governança no setor energético, para que a transição aconteça em segurança, sem riscos ao atendimento da demanda, em especial nas nações em desenvolvimento.



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