Lula também afirmou que o presidente dos Estados Unidos deve “aprender a respeitar a soberania deste País” e chamou Bolsonaro de “chucro”
Estadão Conteúdo
Publicado em 08/08/2025 às 16:19
| Atualizado em 08/08/2025 às 16:20
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o ministro Alexandre de Moraes, pediu que um senador aliado não assine o pedido de impeachment do ministro e afirmou que o magistrado está “garantindo a democracia”. Lula também foi ao ataque contra senadores e deputados que tentaram impedir os trabalhos no Congresso Nacional, a quem chamou de “traidores da pátria”. As mesmas acusações foram feitas a Jair Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro. As declarações foram dadas em evento de anúncio de investimentos federais no Acre.
“E você (Sergio) Petecão (PSD-AC), por favor, não assine pedido de impeachment do Alexandre de Moraes, pois ele está garantindo a democracia. Quem deveria ter o impeachment são esses deputados e senadores que ficam tentando fazer greve para não permitir que funcione a Câmara e o Senado. Verdadeiros traidores da pátria”, disse Lula.
Lula também afirmou que o presidente dos Estados Unidos deve “aprender a respeitar a soberania deste País” e chamou o ex-presidente Jair Bolsonaro de “chucro e ignorante”, além de traidor.
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“INCÔMODO COM O STF”
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou em entrevista à CNN nesta sexta-feira que existe hoje, na Casa, um sentimento de incômodo com algumas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Na avaliação do deputado, as interferências da Corte máxima tem elevado esse sentimento, o que gera uma solidariedade com pautas que representem um enfrentamento ao STF.
Ainda na avaliação de Motta, os deputados se sentem tolhidos de exercer seus mandatos. Além disso, o presidente da Câmara disse que as pautas anti-STF têm sido defendidas em razão dos julgamentos da Corte, como o do 8 de janeiro e o do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Faz com que esse movimento possa ser uma pauta recorrente na Casa”, indicou. “Temos que olhar esse sentimento com atenção e preocupação e, a partir daí, tentar encontrar o que seria o caminho possível de matérias legislativas que possam fortalecer as prerrogativas parlamentares”, completou.
Motta disse ainda que também é “muito ruim” e incomoda a Casa quando a mesma aprova uma matéria, o governo resolve judicializá-la e o STF “interfere” – como no caso do IOF. “Isso gera incômodo porque transparece que aquilo que está sendo decidido pelos legisladores não está sendo respeitado”, apontou
Ainda de acordo com o parlamentar, a prisão de Bolsonaro “reaqueceu” os temas. “Isso é preciso ser construído com muito diálogo. É preciso ter serenidade e equilíbrio para que essas construções possam ser feitas da melhor maneira possível, respeitando a maioria da Casa, dialogando com o Senado, com o próprio STF”, ponderou.
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