Deputado teve nome ligado ao cargo e negou os rumores, mas defendeu a saída do PT do bloco de oposição à governadora Raquel Lyra (PSDB)
Publicado em 09/01/2025 às 21:55
| Atualizado em 09/01/2025 às 23:30
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Em contato com o Jornal do Commercio, nesta quinta-feira (9), o deputado João Paulo (PT) negou os rumores que o ligavam ao comando da secretaria de Educação do Governo do Estado, após a saída de Alexandre Schneider. O petista também aproveitou para afirmar a defesa de que o PT deixe a oposição e vá para a base da governadora Raquel Lyra (PSDB).
“Eu defendo nossa saída da condição de oposição para estar na base da governadora, mas não com um cargo”, disse.
Defendendo a migração do PT de oposição para a base do governo Raquel Lyra, João Paulo elencou o investimento do governo federal, além da com o presidente Lula (PT) como fatores que viabilizam a mudança de posição do partido a nível estadual.
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“Pelo investimento do governo federal, pela aliança, pela parceria que ela está tendo com o governo Lula, como ela reconhece o governo Lula, eu acho que o PT deveria rever essa posição de oposição. Mas não há nenhuma circulação (para a secretaria de Educação), eu acho que primeiro, teria que ser vencida essa questão de oposição, voltar à base, para poder ser discutida alguma possibilidade, alguma participação oficial do partido no Governo”, afirmou.
A defesa pública de João Paulo para que o PT migre para a base do governo vai de encontro à posição do partido no Recife, que conta com três secretários na gestão do prefeito João Campos (PSB).
Felipe Cury e Oscar Paes Barreto, que ocupam as secretarias de Habitação e Meio Ambiente, respectivamente, são ligados à senadora Teresa Leitão. Já o ex-vereador e candidato à prefeitura de Olinda pelo PT em 2024, Vinícius Castello, secretário-executivo de Infraestrutura, é ligado ao grupo político do senador Humberto Costa.
Imbróglio das emendas não altera relação entre PT e Raquel Lyra
Diante da crise entre a Alepe e o Executivo, a relação entre PT e Raquel Lyra não deve se alterar em Pernambuco. Segundo João Paulo, a situação de não pagamento é igual à dos outros deputados, destacando que ainda tem R$ 3 milhões em emendas para receber.
Ainda de acordo com o deputado, o partido reconhece, apesar do atraso atual, que a governadora pagou “até um pouco mais” que a gestão anterior. João Paulo enfatizou que a bancada continuará “votando e apoiando” os projetos que forem estratégicos para o Estado.
“Todos nós estamos numa mesma situação, não somos tratados assim de forma diferenciada não. […] Reconhecemos que ela já pagou até um pouco mais do que o governo passado, estamos esperando que ela amplie ainda mais, se possível pague todas as emendas, mas todos os projetos que forem estratégicos para o povo de Pernambuco, nós vamos continuar votando e apoiando”, disse.

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