Questões espinhosas relacionadas ao programa nuclear iraniano teriam travado propostas dialogadas entre Teerã e Washington semanas atrás
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
O Irã apresentou aos americanos uma nova proposta de negociação que se concentra na abertura do Estreito de Ormuz e no levantamento do bloqueio marítimo imposto pelos EUA para encerrar a guerra, e somente depois abordar as negociações nucleares, segundo reportagem do jornal The New York Times.
O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, entregou esse plano mais recente ao Paquistão, no domingo, 26, depois que uma proposta inicial, feita um dia antes, foi rejeitada por Donald Trump, segundo autoridades iranianas familiarizadas com as negociações, que falaram ao Times e pediram para não serem identificadas.
Em visita a Moscou, Araghchi se reuniu nesta segunda, 27, com o presidente russo, Vladimir Putin, e o ministro das Relações Exteriores, Serguei Lavrov. No encontro, segundo a TV estatal russa, Putin disse a Araghchi que a Rússia fará “tudo o que estiver ao seu alcance” para que a paz seja alcançada o mais rápido possível. Putin também afirmou que Moscou “pretende continuar sua relação estratégica com Teerã”.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
A Casa Branca não se pronunciou. “Trata-se de discussões diplomáticas delicadas, e os EUA não negociarão por meio da imprensa”, disse Olivia Wales, porta-voz da Casa Branca.
Impasse
A nova oferta do Irã foi apresentada após semanas em que Teerã e Washington trocaram rascunhos de propostas, mas não obtiveram avanços nas questões espinhosas relacionadas ao programa nuclear iraniano.
Os EUA exigiram que o Irã suspendesse seu programa nuclear por 20 anos e entregasse seu estoque de 440 quilos de urânio altamente enriquecido, que poderia ser rapidamente transformado em várias armas nucleares caso o Irã decidisse militarizar seu programa atômico.
O Irã recusou, considerando as exigências dos EUA exageradas. Na proposta que o Irã entregou ao Paquistão no sábado, o país ofereceu uma suspensão de cinco anos de seu enriquecimento de urânio, seguida por cinco anos de enriquecimento civil de grau muito baixo em laboratórios. Isso teria diluído seu estoque e mantido metade dele no país sob a supervisão de inspetores internacionais, enquanto a outra metade seria entregue à Rússia, um aliado.
Mas os EUA rejeitaram a oferta. Trump disse, no sábado, 25, que os iranianos lhe deram uma resposta que “não era boa o suficiente”. Então, o Irã teve outra ideia: deixar as questões mais difíceis para depois.
“Essa é uma mudança na sequência para salvar as aparências: colocar o Estreito de Ormuz em primeiro lugar como parte dos acordos para o fim da guerra, e não das negociações formais; suspender o bloqueio; e adiar as questões mais difíceis para que elas não afundem o processo logo no início”, disse Ali Vaez, diretor para o Irã do International Crisis Group, centro de pesquisa para a prevenção de conflitos.
Liderança
Desde o início da guerra, um grupo de generais de alta patente da Guarda Revolucionária vem comandando os combates e tomando decisões cruciais sobre estratégia, cessar-fogo e negociações com os EUA, segundo autoridades iranianas. O novo líder supremo, o aiatolá Mojtaba Khamenei, gravemente ferido e isolado em um esconderijo, delegou sua autoridade aos generais.
*(COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS) As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-closeup-realista-de-artef-2877723051.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)





/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-despensa-organizada-com-p-2877725856.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-pessoa-organizando-a-casa-2877730824.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-closeup-realista-de-artef-2877723051.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)



