Investimento em loteamentos planejados reduz riscos, já que os empreendimentos contam com infraestrutura básica e aprovação municipal
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Quem pensa em adquirir um terreno pela primeira vez se depara com algumas decisões importantes. Entre elas, uma tende a indicar se o processo envolverá um risco maior de “dor de cabeça”: investir ou não em um loteamento planejado.
A gerente de incorporação da Soma Par (detentora da marca Lotear Desenvolvimento Urbano), Raquel Leão, explica que a principal diferença entre o lote informal/irregular e o planejado é justamente o planejamento do projeto.
“Um lote irregular não tem aprovação de órgãos competentes, projeto de um urbanista, memorial descritivo com detalhamento de tudo que tem no loteamento, além do estudo de viabilidade técnica. Ou seja, não tem uma responsabilidade legal garantida para qualquer tipo de falha de infraestrutura“, esmiúça Raquel.
Por outro lado, o loteamento planejado é fruto de um projeto urbanístico elaborado por profissionais, com memorial descritivo detalhado e estudos de viabilidade técnica. O empreendimento passa pela aprovação rigorosa na prefeitura, órgãos reguladores e concessionárias de serviços públicos, como a Compesa (água e saneamento) e a Neoenergia (energia elétrica).
A gerente de incorporação destaca que, quando a obra é finalizada, o loteamento recebe da prefeitura um Termo de Verificação de Obras (TVO), que atesta que a loteadora executou tudo conforme constava no projeto aprovado e atendendo as determinações das concessionárias. Após o recebimento desse documento, a prefeitura passa a ser responsável pela manutenção. “No caso de alguma intercorrência, a Prefeitura e as concessionárias são responsáveis por responder as eventuais imprevistos, e executar obras de manutenção”, acrescenta.
“Se houver algum problema com a infraestrutura do loteamento, há a quem recorrer. Isso não acontece num loteamento irregular, pelo qual muitas pessoas optam por ser aparentemente mais barato. Mas depois surgem os custos com a infraestrutura: ter que fazer a ligação de energia, resolver problemas de fornecimento adequado de água, entre outros transtornos. A dor de cabeça depois é imensurável”, compara.
Raquel elenca os principais pontos de infraestrutura necessários aos lotes:
- Terraplenagem e drenagem pluvial: Estudos e obras subterrâneas de escoamento de água que evitam alagamentos e enxurradas em períodos de chuva forte;
- Saneamento básico e água potável: Rede de distribuição dedicada e solução adequada para o tratamento de efluentes (seja por rede pública de esgoto ou por sistemas individuais de fossa séptica), impedindo o esgoto a céu aberto;
- Rede elétrica: Redes de energia e iluminação pública aprovadas por concessionárias;
- Pavimentação: Execução de pavimentação adequada para o tráfego seguro de veículos e pedestres.
Além disso, a gerente de incorporação destaca a importância da acessibilidade para os transeuntes e de serviços como coleta de lixo, ambulâncias e corpo de bombeiros. As áreas de convivência com praças, parques e academias ao ar livre também são um diferencial.



A especialista lembra, ainda, que loteamentos urbanos reservam parte da área total do projeto para a prefeitura. Essas regiões são destinadas à implantação de equipamentos públicos comunitários, como escolas, postos de saúde, praças e centros culturais.
“Toda essa organização é uma garantia de que aquele bairro vai se estruturar ao longo do tempo. Então, é um patrimônio que tende a crescer e se valorizar, além da garantia de uma melhor qualidade de vida. Mais pessoas vão ocupar a região e mais negócios vão chegar para dar mais vida a esse bairro”, acrescenta.
Desenvolvedora de bairros
Raquel destaca que a Lotear Desenvolvimento Urbano vai muito além do simples cumprimento das exigências legais do licenciamento urbano: posiciona-se como uma “desenvolvedora de bairros”, pois tem o propósito de entregar ambientes urbanos completos e prontos para morar com qualidade de vida.
Presente do litoral ao Agreste pernambucano, a loteadora garante que o cliente não está adquirindo “um pedaço de terra”, mas sim a estabilidade de um bairro consolidado.
“Nos preocupamos em entregar projetos com a melhor qualidade possível. Desde a escolha do arquiteto urbanista até a entrega das áreas comuns, com espaços verdes, academias ao ar livre, playgrounds, quadras esportivas, espaços pet e pistas de skate”, detalha.
Ela reforça que esse fator, somado à ocupação dos espaços públicos, fortalece o senso de comunidade e a sensação de segurança da vizinhança. “Isso influencia diretamente na qualidade de vida de quem escolhe morar em um loteamento planejado”, finaliza.











