Apesar dos desafios, Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) estima que em 2026 o setor movimente cerca de R$ 3,6 bilhões no estado
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O abandono da área central do Recife contrasta com o discurso de revitalização de equipamentos culturais e com a imagem dos prédios históricos retratados em produções audiovisuais recentes, como o filme O Agente Secreto.
O cenário evidencia, ainda, a dificuldade da capital pernambucana em se firmar como destino turístico e ampliar o tempo de permanência dos visitantes na cidade. Embora receba turistas que desembarcam pelo Aeroporto Internacional dos Guararapes, o Recife tem perdido espaço nos roteiros nacionais e internacionais.
Para o presidente da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), Eduardo Loyo, reverter esse quadro exige um trabalho estruturado de reconstrução da imagem turística da capital.
Em entrevista ao Giro Metropolitano, produto do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC), ele afirmou que a gestão estadual está fazendo um “trabalho de reposicionamento da cidade para mostrar que Recife é um destino cultural e gastronômico”.
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“Os hotéis ficaram defasados, a promoção turística foi pouca, então o Recife saiu do roteiro nacional e internacional e isso leva um tempo para ser retomado”, explicou.
Segundo Loyo, o Governo de Pernambuco tem atuado fortalecendo a capital como um centro corporativo e econômico através de feiras e eventos. “É um trabalho muito grande da Empetur junto com o trade turístico, como hotel, bar, restaurante e receptivos, porque o turismo cresce com a união de todo mundo”.
Para o presidente da Empetur, a revitalização do centro do Recife passa por uma ocupação da moradia e do comércio, respeitando a cultura e o patrimônio histórico que os edifícios que podem ser retrofitados representam.
“A gente precisa fazer esse trabalho. É um trabalho que envolve município, estado e união e é muito complexo. É preciso de fato reviver o centro do Recife”, pontuou.
Expectativas para 2026

Eduardo Loyo, presidente da Empetur, foi o entrevistado do Giro Metropolitano deste sábado (10) – Reprodução
Durante a entrevista ao Giro Metropolitano, Eduardo Loyo falou, ainda, sobre as expectativas do turismo de Pernambuco para 2026.
“A gente vem trabalhando para mostrar que o turismo é uma forma de desenvolvimento econômico e social e que quem vem para Pernambuco pode ter experiências diferentes, tanto em Recife quanto em Olinda, na Região Metropolitana, e ainda no interior do estado, em Bezerros, Pesqueira e Triunfo”, disse.
De acordo com ele, a pasta estima que em 2026 o setor movimente cerca de R$ 3,6 bilhões no estado.
Ordenamento no litoral
O mês de janeiro é um período em que o setor do turismo ganha força no estado. O principal destino é o litoral, que apresenta demandas antigas de infraestrutura e ordenamento, prejudicando o estado nos cenários nacional e internacional.
“São questões tratadas pelas prefeituras, mas que precisam do apoio do Estado para poder avançar”, explicou Loyo.

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