A feira acontece de 8 a 19 de julho no Pernambuco Centro de Convenções, com expectativa de receber mais de 340 mil pessoas em 12 dias
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Nesta quarta-feira, o pavilhão do Pernambuco Centro de Convenções abre as portas para a 26a Fenearte, maior feira de artesanato da América Latina, que segue até o dia 19. Este ano o tema é “Seleiros de Pernambuco: Ofício que Transforma”, homenageando o artesanato em couro. O tema estará presente em toda a feira: na cenografia, na moda, na cozinha e nos estandes.
Realizada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Adepe, a Fenearte reúne 5 mil artesãos, distribuídos em mais de 700 espaços de comercialização, trazendo artesanato de 24 estados e de 30 países. São 12 dias de feira com uma programação extensa, com oficinas, salões de arte, desfiles de moda, palestras (Conversas Instigantes), Circuito Fenearte, e Pernambuco Meu País. O JC preparou um guia para quem vai visitar a feira e quer se programar.
Horários e ingressos

Imagem da Fenearte 2025 – (Thiago Silveira/Fenearte)
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
A feira abre de segunda a sexta, das 14h às 22h, e nos sábados e domingos, das 10h às 22h. Os ingressos custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia) de segunda a quinta, e R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia) de sexta a domingo, valores que a organização aponta como os mais baratos entre as grandes feiras do Brasil.
A compra pode ser feita online, pelo site www.evenyx.com/26a-fenearte, com link também disponível no Instagram @fenearte, ou em pontos físicos espalhados pela Região Metropolitana e pelo interior. Vendem ingressos as lojas do Artesanato de Pernambuco no Palazzo Itália (Bairro do Recife) e nos shoppings Recife e Tacaruna, as unidades da Casa do Pará, da Trois Barbearia e da Crosby, a loja Crabolando (Plaza) e o quiosque Parcele Aqui no Vitória Park Shopping, em Vitória de Santo Antão. Os ingressos também estarão disponíveis no site oficial www.fenearte.pe.gov.br.
Translado gratuito
Quem preferir deixar o carro em casa tem cinco rotas de traslado gratuito, com partidas dos shoppings Recife, RioMar, Plaza, Tacaruna e Patteo. Os ônibus circulam das 13h às 23h de segunda a sexta, e das 9h às 23h nos fins de semana, com embarque e desembarque nos estacionamentos. A novidade é o terminal de passageiros dentro da feira, próximo à entrada principal.
Para quem vai de carro, o estacionamento do Centro de Convenções cobra R$ 13 pela primeira hora e R$ 7 por hora excedente ou fração. A diária de até 12 horas sai por R$ 35.
Salões de Arte e Espaço Janete Costa
Nem tudo na Fenearte exige ingresso. O Átrio, área de entrada da feira com bilheteria ampla e totens de autoatendimento para evitar filas, pode ser visitado gratuitamente. É ali que ficam o Espaço Janete Costa, que une artesanato, arquitetura e design e recebe os bate-papos e lançamentos de livros das Conversas Instigantes, e os quatro salões de arte.
São eles o 21º Salão de Arte Popular Ana Holanda, o 19º Salão de Artes Sustentáveis, o 10º Salão de Arte Popular Religiosa e o 2º Salão Pernambuco Faz Design, com mobiliários e objetos. O público vota na peça favorita de cada salão, e os autores mais votados recebem o prêmio de Aclamação Popular.
Alameda dos Mestres

25ª edição da Feira Nacional de Negócios de Artesanato (Fenearte) – JAILTON JR./JC IMAGEM
A Alameda dos Mestres é a identidade da feira, onde estão os 64 estandes de mestras e mestres vivos e das famílias que continuam legados da tradição popular. A estreante este ano é a Mestra Francisca Xukuru, do povo Xukuru, da Aldeia Pé de Serra dos Nogueiras, em Pesqueira. Aos 80 anos, presente na feira desde a primeira edição, ela trabalha com a renascença “desde menina” e diz que o artesanato “foi a solução de tudo”. Francisca ocupa o estande deixado pelo Mestre Roque Santeiro, falecido em fevereiro deste ano, em Petrolina, vítima de leucemia. O trabalho em madeira do Mestre Heleno, de Tracunhaém, que também faleceu este ano, segue exposto pelas mãos da família.
Rota do couro
Quem quiser ver de perto o tema da edição pode montar um roteiro próprio atrás dos seleiros homenageados. Irineu do Mestre, de Salgueiro, leva à feira os “bonéus” de couro que João Gomes usa nos palcos, peças de uma linhagem de mestres iniciada pelo pai, Zé do Mestre. Fafá Belém, de Petrolândia, apresenta sandálias, bolsas e carteiras feitas com couro de tilápia, técnica que transformou a economia do seu território. Jailson Marcos, radicado no Recife, expõe os acessórios e calçados que marcam a moda autoral pernambucana. O Ciclo do Couro de Exu, eternizado por nomes como Zé Venceslau, e as seleiras e seleiros de Cachoeirinha, epicentro nacional das selas e arreios, completam o universo reverenciado pelo tema, presente também na ambientação da Alameda dos Mestres e nos desfiles da Moda Fenearte.
O couro na moda
A Moda Fenearte toma os dois sábados da feira com nove desfiles que celebram a moda autoral pernambucana, este ano com o couro como estrela das passarelas. Entre as atrações, desfilam as criações dos 15 finalistas do 3º Desafio MAPE (Moda Autoral de Pernambuco), concurso que revela estudantes de moda e design do Estado e premia os três primeiros em dinheiro.
Oficinas
Entre as atrações mais disputadas da feira, as Oficinas Fenearte ensinam ao público técnicas como xilogravura, biojoias e trabalho com reciclados, passadas por quem domina o ofício. São cerca de 13 oficinas no Mezanino, que no ano passado reuniram 1,6 mil participantes.
Cozinha Fenearte

Cozinha Fenearte vai receber aulas de gastronomia em reverência à gastronomia sertaneja – Divulgação
A Cozinha Fenearte oferece 17 aulas de gastronomia dedicadas à cozinha sertaneja, tema escolhido em diálogo com a homenagem aos seleiros. A novidade deste ano é a mistura entre música e fogão, com receitas inspiradas em aboios e aboios inspirados em receitas, para ver, vivenciar e saborear. As aulas contam com intérpretes de Libras.
Estandes
O passeio pelos corredores também atravessa fronteiras. Além dos expositores de todas as regiões de Pernambuco, a feira reúne artesãos de 24 estados brasileiros e de mais de 30 países, cada estande com as técnicas, as matérias-primas e as tradições do seu lugar de origem. É a chance de comprar, numa mesma tarde, uma peça do Sertão pernambucano, do Norte do Brasil e do outro lado do mundo sem sair de Olinda.
Pernambuco Meu País

Palco do Pernambuco Meu País funciona na Praça de Alimentação – Divulgação
A Praça de Alimentação entra no clima do Festival Pernambuco Meu País, com programação da Fundarpe e da Secretaria de Cultura de Pernambuco. São mais de 70 atrações musicais nos 12 dias, da cultura popular à cena contemporânea.
Feira acessível
Pessoas com deficiência visual, neurodivergentes, surdas ou ensurdecidas contam com visitas guiadas com acessibilidade comunicacional, que em 2025 atenderam mais de 350 pessoas. Há intérpretes de Libras nas programações da Cozinha Fenearte e das Conversas Instigantes, além de cadeiras de rodas disponíveis para pessoas com mobilidade reduzida.
Circuito Fenearte
Pelo quarto ano, o Circuito Fenearte leva programação paralela para fora do Centro de Convenções, com imersões por ateliês e espaços de arte, cultura e economia criativa na Região Metropolitana do Recife, na Zona da Mata e no Agreste.













